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Méliuz e Grupo HEINEKEN prorrogam campanha Volte Sempre e recompensam consumidores em dinheiro

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Como incentivo ao descarte correto de resíduos, projeto oferece cashback para quem devolver garrafas de vidro vazias

Méliuz , empresa líder em cashback no Brasil, e o grupo HEINEKEN, segunda maior cervejaria do País, prorrogaram até o final do mês a campanha “Volte Sempre”, iniciativa sustentável que recompensa, em dinheiro, consumidores que devolverem para reciclagem garrafas de vidro vazias. Os pontos de coleta estão disponíveis em nove lojas dos supermercados Pão de Açúcar e Extra, na capital paulista, até o dia 31 de janeiro.

Com o mote “Volte Sempre “, o projeto visa engajar as pessoas a construir o hábito de reciclagem e, assim, colaborar para um ambiente mais sustentável, tendo em vista que o vidro é um material 100% reciclável e 1kg de cacos pode gerar 1kg de novas garrafas. Como recompensa, a dupla Méliuz e HEINEKEN vai oferecer um benefício concreto aos consumidores, no qual o grande diferencial é que a bonificação não é em forma de crédito ou voucher, mas sim em cashback – dinheiro que pode ser resgatado diretamente para a conta corrente ou poupança sem nenhum custo ao consumidor.

Ao todo, já foram recicladas mais de 21 mil garrafas.

“O cashback é a recompensa mais valorizada por 45% dos brasileiros, segundo estudo da Nielsen, e o dinheiro de volta tem se tornado uma excelente solução para as marcas e empresas atraírem clientes e aumentarem o engajamento de suas ações e campanhas em diferentes formatos”, afirma Israel Salmen, fundador e CEO do Méliuz.

Para participar, basta levar as garrafas de vidro vazias até um dos nove pontos de coleta. Em seguida, digitar o número de celular com DDD e depositar as garrafas na máquina. Após o descarte, o consumidor faz o download do APP do Méliuz (QR Code) ou acessa o site da empresa e realiza seu cadastro gratuito. Ao ativar a conta no Méliuz, é preciso informar o mesmo número de telefone inserido na máquina. Em seguida, o extrato do Méliuz vai constar o valor de cashback recebido – uma média de R$ 0,10 por garrafa. Ao somar R﹩20 de saldo, o cliente pode solicitar o resgate do dinheiro, informando seus dados bancários.

As máquinas de reciclagem recebem qualquer garrafa de vidro, independentemente da marca, e estão distribuídas em nove pontos da capital. Confira mais detalhes em: http://www.programavoltesempre.com.br.

Pontos de Coleta:
Pão de Açúcar
– Pão de Açúcar Apinagés (Rua Apinagés, 1147 – Sumaré)
– Pão de Açúcar Sócrates (Rua Sócrates, 120 – Vila Sofia)
– Pão de Açúcar Vila Romana (Rua Tito, 639 / 705).

Extra
– Extra Itaim Bibi (Av. João Cachoeira, 899)
– Extra Brigadeiro (A. Brigadeiro Luiz Antônio, 2013)
– Extra Morumbi (Av. Marginal do Rio Pinheiros, 16.741)
– Extra Ricardo Jafet (Av. Dr. Ricardo Jafet, 1501)
– Extra Aeroporto (Av. Washington Luiz, 5859)
– Extra Interlagos (Av. Sargento Geraldo Santana, 1491).

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Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

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O Méqui traz uma superprodução para apresentar as novidades da família cheddar. Como protagonista da campanha, a rede convidou Pedro Scooby para surfar essa nova Onda de Cheddar em uma narrativa que conecta surfe, verão e cultura digital para ativar um dos fandoms mais apaixonados do Méqui: os Cheddar Lovers! Como novidade, e pela primeira vez no TikTok Brasil, na próxima semana o Méqui lança missões gamificadas que incentivam os fãs a declararem publicamente seu amor por cheddar, com uma moldura exclusiva de avatar.
Depois de enfrentar as ondas gigantes de Nazaré, Pedro Scooby, ícone do surfe e símbolo do lifestyle de verão, encara uma Onda de Cheddar gigante na campanha criada pela Galeria.ag. Entre tubos, manobras e uma onda nada convencional, o atleta mostra que, nesta temporada, o cardápio do Méqui está pronto para quem não abre mão de muito sabor e cremosidade. 
“No Méqui, a inovação começa ouvindo quem está do outro lado do balcão. Acompanhamos as conversas, entendemos o quanto o cheddar é um ícone para os nossos fãs e transformamos esse desejo em experiência. O verão é o momento perfeito para trazer essa nova onda, com leveza, diversão e indulgência. E o Pedro Scooby traduz tudo isso de forma muito genuína: ele representa atitude e intensidade, exatamente o clima que essa campanha pede”, destaca Ilca Sierra, diretora de marketing da divisão Brasil da Arcos Dorados.
“Desde o momento em que chegamos ao conceito da Onda de Cheddar, nosso desafio foi materializar a fantasia que todo cheddar lover sonha em surfar. Pra tornar isso real, usamos todas as ferramentas que tínhamos à mão: construímos uma onda real em estúdio e combinamos filmagem e 3D para chegar a um resultado que fosse, ao mesmo tempo, absurdo e incrivelmente real; dando escala, textura, movimento e muito appetite appeal para essa viagem na piscininha de Cheddar junto com Pedro Scooby”, acrescenta Gabriel Felde, diretor de criação de McDonald’s na Galeria.ag.
No digital, o Méqui avança ainda mais. Pela primeira vez no TikTok brasileiro, a marca estreia missões gamificadas que transformam fãs em participantes ativos da história. A ação tem início na próxima semana. Não é só assistir. É provar, interagir, desbloquear e assumir publicamente o status de cheddar lover com moldura exclusiva no TikTok onde a campanha avança na conexão com os fãs. Para promover essa ação inédita, a marca lança uma página no TikTok para funcionar como um hub central com o conteúdo da campanha, as missões e o selo com Onda de Cheddar para o público personalizar o perfil.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

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Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.

Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.

Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.

Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.

Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.

Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos gerados, outros mantêm ressalvas quanto à confiabilidade das informações e aos impactos sobre estratégias como o tráfego orgânico. O levantamento da Enlink contribui para dimensionar esse contexto e indica que o uso da tecnologia tende a seguir em expansão, ainda que acompanhado de debates e ajustes na forma como é aplicada pelas equipes.

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