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Melhores aplicativos gratuitos para edição de vídeo no Android e iOS

Seja para a edição de vídeos curtos, como os do Tik Tok e Reels, ou mais longos, como os do Youtube e IGTV, a nossa lista destacou os aplicativos gratuitos com as melhores avaliações e maior gama de ferramentas disponíveis atualmente. São 5 opções que oferecem recursos diversos pra deixar seu vídeo perfeito! Confira:
1. CapCut (Android e iOS)
O CapCut é ideal para aqueles que desejam editar vídeos curtos e para as redes sociais, no formato de Stories, Reels ou IGTV. O aplicativo é simples, possui vários recursos utilizados atualmente, como música, efeitos de cor, stickers e agiliza as edições que precisam ser feitas rapidamente e não exigem muita elaboração. Veja as principais funções do Cap Cut:
- Efeitos
- Filtros
- Stickers e texto
- Músicas e sons exclusivos
2. Inshot (Android e iOS)
O Inshot é um dos queridinhos dos criadores de conteúdo no Instagram, porque ele é fácil e intuitivo, além de ter todas as ferramentas normalmente usadas para criar vídeos para o IGTV, Reels ou Tik Tok. Outra vantagem, é que assistindo um anúncio, o vídeo sai sem marca d’água. Veja as principais funções do Inshot:
- Controle de velocidade
- Musica
- Mias de 55 transições de vídeo
- Filtros
- Efeitos
- Stickers e texto
3. CyberLink Power Director (Android)
O CyberLink Power Director é um dos editores mais completos para dispositivos Android e serve bem aos que querem editar vídeos mais longos, como para o Youtube. Ele permite a edição do vídeo em camadas, como é feito normalmente em programas de edição para computador, mas possui marca d’água. Veja as principais funções do CyberLink Power Director:
- Edução e exportação de vídeos em 4K
- Estabilizador de vídeo (corrige vídeos tremidos)
- Chroma-Key
- Títulos animados
4. Motion Ninja (Android e iOS)
O Motion Ninja é o aplicativo com recursos mais diferentes dos outros da nossa lista, pois possibilita a criação de vídeos com letreiros e outros elementos animados, assim como programas de motion graphics para computador fariam. É claro, o app não é capaz de desenvolver todos os tipos de animações como o famoso Adobe After Effects faria, mas serve para dar um toque especial a pequenas edições. Veja as principais funções do Motion Ninja:
- Máscaras (para adicionar imagens, stickers, áudio)
- Mixagem de vídeos (Composição de cenas)
- Chroma Key
- Mais de 100 efeitos (Laser, chamas etc)
- Animação de texto
- Transições diferentes
5. KineMaster (Android e iOS)
O KineMaster tem as funções mais comuns em aplicativos de edição, como ferramenta de corte, filtros e transições, junção de clipes, alterações de velocidade e ajustes de áudio. O diferencial é o layout do app, que se assemelha aos de programas de edição para o computador, e por isso, pode ser mais simples para quem já teve contato anterior com os programas.
O KineMaster disponibiliza gratuitamente a maioria das funções, mas deixa marca d´água no vídeo editado. Veja as principais funções do editor:
- Efeitos sonoros
- Mais de 2000 elementos para download
- Filtros
- Exporta vídeos 4K
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








