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Marisa anuncia a volta da “liquidação da banana” com Beatriz Reis como embaixadora da campanha

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A Marisa, uma das maiores varejistas de moda do Brasil, traz de volta a promoção anual conhecida como “Liquidação da Banana”. Neste ano, além de todos os setores das lojas estarem com descontos de até 70%, a marca traz Beatriz Reis como protagonista da campanha. A ex-BBB se comunica com a parcela da população que a Marisa atende e tem no seu histórico uma roupa de banana feita no programa.
Com o foco em se tornar o destino de compras ideal entre a classe C brasileira, a Marisa também tem se reposicionado e reorganizado as lojas em um novo layout, que tem mais a ver com a experiência de compra do seu público-alvo. Para se aproximar ainda mais desses consumidores, resgatar a liquidação anual foi um pedido dos clientes.
“Na Marisa, eu sei que a loja fica toda amarelinha com a banana”, ou “Quando eu vejo aquela faixa amarela da banana, paro tudo e entro na loja para conferir as ofertas” foram falas que o marketing ouviu dos clientes quando perguntados sobre o que era mais marcante na Marisa. Dessa forma, a marca decidiu retomar sua liquidação que tem essa lembrança tão forte entre os consumidores.
Mas, dessa vez, a varejista optou por ter uma garota propaganda e a escolha da ex-BBB, Beatriz Reis, se deu pelo seu perfil popular, que se comunica diretamente com os compradores da Marisa. Além disso, foi levando em conta a cena de quando ela se vestiu com cascas de banana dentro da casa mais vigiada do Brasil.
Karla Longo, diretora de marketing da Marisa, conta que convidar a Bia do BBB e fazer a ligação com a banana foi uma estratégia pensada e desenvolvida totalmente pela equipe interna da marca. “Desenvolver essa ação foi unir acontecimentos que conversam entre si, acreditamos no match perfeito da nossa liquidação e a imagem da Bia. E isso só foi possível por conta do nosso time criativo que conseguiu fazer essa relação e construir esse storytelling”, conta.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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