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Marcos Mion é o novo embaixador da TIM

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A TIM anuncia a chegada de um porta-voz para representar a qualidade, os serviços e o potencial das suas redes 4G e 5G em todo o país. O apresentador Marcos Mion é o mais novo embaixador da marca e estreia em ação nas redes sociais, com desdobramentos em todas as mídias nas próximas semanas.

Para contar a novidade aos consumidores, a campanha desenvolvida pela agência BETC Havas compara, de forma irreverente, a chegada de Marcos Mion à TIM ao processo que um profissional recém-contratado passa nas grandes empresas, aprendendo aos poucos sobre a companhia e suas funções. Assim, a ideia é que o apresentador comece como um estagiário na operadora até chegar ao posto de embaixador nacional da marca.

“Estamos muito felizes de contar com o Marcos Mion no nosso TIMe. Ele personifica, já há algum tempo, a simpatia e alegria que o brasileiro gosta, além de incorporar atributos importantes para nós, como a inovação e essa conexão com o mundo digital. É uma maneira de se comunicar que vai ao encontro do que buscamos, falando com o público de uma forma leve e descontraída”, avalia Ana Paula Castello Branco, diretora de Advertising & Brand Management da TIM Brasil.

Na campanha, o processo de conhecimento e difusão de informações sobre a TIM – como a qualidade das coberturas 4G e 5G – avança à medida que Marcos Mion atende às missões propostas por seu novo empregador. A ação tem como base a assinatura da empresa – “Imagine as possibilidades” – e está relacionada ainda ao objetivo da operadora de se aproximar dos clientes espalhados pelo país, usando atributos regionalizados na comunicação. Por isso, a cada semana, o apresentador deverá se conectar com uma região diferente do país a fim de aprender sobre a atuação da TIM naquele território e, posteriormente, compartilhar o novo conhecimento.

As ações estarão nos perfis de Marcos Mion (@marcosmion) e da TIM (@timbrasil) no Instagram e depois irá reverberar para perfis de outros famosos parceiros da operadora, como Pequena Lô, Lucas Lucco, Preta Gil, Nanny People e Bruno de Luca, sempre com a hashtag #MionNaTIM. Quem também dará as boas-vindas ao novo porta-voz é a cantora IZA, já consagrada como embaixadora da marca e que passa a ser seu par institucional.

As ações publicitárias com Marcos Mion, na posição de um estagiário a embaixador de marca, também resultarão em anúncios inéditos para a operadora. Todas as mídias serão alcançadas ainda neste semestre, desde redes sociais, a mershandising na TV aberta, spots em rádios e publicidade nas ruas. O apresentador será o porta-voz de serviços e da qualidade das redes 4G e 5G em diferentes modalidades, para o dia a dia dos clientes.

Ficha Técnica

Agência: BETC HAVAS

Anunciante: TIM

Produto: Institucional

Título: Mion na TIM

CCO: Erh Ray

VP de Criação: Alexandre Vilela (Xã)

Direção de Criação: Alexandre Vilela (Xã) e Alexandre Fernandes

Criação: Pedro Lenz

Marcas & Negócios: Flávia Braga, Aline Messa, Érica Barreiros e Rharyn Moraes

Canais & Engajamento: Ariane Finavaro, Paolla Rodrigues, Marylena Gorayeb, Patricia Cunha e Claudio Silva

Estratégia: Renata Barbosa, Paola D`Almeida e Pedro Chiade

Estratégia Social: Flavia Braga, Fabiana Barros, Marília Cotrim e Leonardo Almeida

Diretora de Produção: Anna Ferraz

Produção: Anna Ferraz, Caroline Reis e Vini Gonçalves

Produtora de imagem: Public Post

Diretor de cena: Pedro Dimitrow

Diretor de Fotografia: Pedro Dimitrow

Produção Executiva: Chico Oliveira

Atendimento: Helio Fontana

Montagem: Pedro Sousa

Coordenação de finalização: Anderson Freitas

Finalização: Ebson Claurindo / TC

Produtora de Som: A9 Audio

Direção Musical:  Apollo Nove

Atendimento: Nicole Bonani

Produção Musical: Equipe A9

Aprovação do cliente: Ana Paula Castello Branco, Carolinne Spiegel, Ana Carolina Abbes, Clara Machado, Eduarda Tavares e Isabella Gonçalves

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Iniciativa “Open To Help” mobiliza profissionais da comunicação em torno da escuta ativa e mentoria de carreira

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As recentes transformações no mercado da publicidade e do marketing têm redesenhado as dinâmicas de contratação, mas um movimento criado de forma espontânea pelo publicitário Fábio Rebouças — diretor criativo associado do Omnicom Media Brazil — começou a jogar luz sobre um diagnóstico sensível da indústria criativa: mais do que a complexidade em conquistar uma recolocação, os profissionais sentem falta de serem ouvidos pelo mercado.

A constatação ganhou tração a partir do projeto “Open To Help”, iniciativa que teve início com uma publicação despretensiosa no perfil pessoal de Rebouças no LinkedIn. No texto, o executivo oferecia voluntariamente uma hora de mentoria para apoiar profissionais em transição de carreira. O que nasceu como uma ação pontual converteu-se rapidamente em uma rede informal de acolhimento corporativo, conectando profissionais de agências de publicidade, live marketing, design, audiovisual, relações públicas, jornalismo e tecnologia.

Em apenas três semanas de projeto, Rebouças conduziu 28 mentorias individuais e gratuitas. Os encontros são realizados inteiramente fora de seu expediente formal, ocupando janelas de tempo durante as noites, finais de semana e feriados. Mais do que uma revisão técnica de portfólios ou ajustes de currículo, as sessões revelaram um comportamento sistêmico do mercado de recursos humanos das agências. “A completa sensação de abandono nos processos de recrutamento apareceu em praticamente todas as conversas. As pessoas sentem uma necessidade enorme de serem ouvidas. Muitas vezes, elas não procuram apenas uma vaga, mas alguém disposto a escutar sua trajetória, seus desafios e ajudá-las a enxergar possibilidades novamente”, avalia Fábio Rebouças.

A publicação original superou a marca de 38 mil impressões na plataforma de negócios, gerando mais de 660 reações e centenas de comentários. O movimento de networking já colhe os primeiros resultados práticos de conversão: dois participantes das mentorias conquistaram recolocações formais no mercado a partir das conexões, direcionamentos e revisões táticas promovidas durante os encontros.

Sem uma metodologia rígida ou promessas comerciais, o “Open To Help” foca em um ativo escasso no ambiente corporativo: a disponibilidade para a escuta. O projeto é aberto a qualquer profissional do ecossistema de comunicação, bastando acionar o idealizador via mensagem direta no LinkedIn para alinhar a agenda.

A capilaridade da iniciativa já conectou criativos de diversas regiões do país, mapeando profissionais em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Curitiba e Porto Alegre, além de cidades do interior como Maringá (PR), Poços de Caldas (MG), Birigui (SP) e a região da Chapada Diamantina (BA). A repercussão começou a atrair o apoio de outras lideranças do setor, como Bruno Höera, CEO da Portland, e André Dainesi, fundador da Descola, que manifestaram intenção de somar esforços para estruturar os próximos passos do projeto.

O planejamento para os próximos meses prevê a expansão do ecossistema através de encontros presenciais, visando estreitar os laços comunitários e potencializar as trocas de experiências. O avanço do “Open To Help” dialoga diretamente com o momento de alta mobilidade profissional global: dados do LinkedIn indicam que mais de 220 milhões de usuários já utilizaram o selo “Open to Work”, enquanto pesquisas da rede apontam que 58% dos profissionais planejam movimentar suas carreiras a curto prazo, chancelando a urgência de iniciativas focadas em inteligência social e empatia no ambiente corporativo.

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Goleiro Vozinha capitaliza ‘hype’ da Copa 2026 e faz sua estreia no mercado de marketing de influência

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O goleiro Vozinha, um dos grandes nomes da surpreendente campanha de Cabo Verde na Copa do Mundo de 2026, estendeu seu sucesso para muito além dos gramados. Após viralizar globalmente devido às suas atuações e ao seu carisma marcante, o atleta realizou sua primeira postagem publicitária nesta terça-feira, 30 de junho, em um vídeo focado no segmento de games de futebol. O movimento consolida o goleiro de 40 anos como um verdadeiro fenômeno midiático digital, acumulando uma audiência que já ultrapassa a marca de 17 milhões de seguidores em seu perfil oficial no Instagram.

Atualmente sem clube e ciente de que sua trajetória nos gramados se aproxima do fim devido à idade avançada, Vozinha encontra no ecossistema digital uma alternativa estratégica para estender sua relevância e faturamento. Contudo, o mercado publicitário levanta o questionamento: esse fenômeno das redes sociais é apenas um viral passageiro ou pode se estruturar como uma marca pessoal duradoura? Fabio Gonçalves, especialista em marketing de influência e diretor de talentos da agência Viral Nation, realizou uma análise sobre o futuro comercial do atleta.

De acordo com o especialista, o diferencial de Vozinha em relação a outros atletas do Mundial não reside apenas em sua performance técnica, mas na construção espontânea de um personagem que gera identificação popular imediata. “O hype, por si só, tem prazo de validade. O que pode tornar o caso do Vozinha duradouro é a capacidade de transformar esse momento de atenção em uma narrativa consistente. Ele virou um símbolo de carisma, história, identificação popular e um contexto muito forte, que é representar uma seleção que conquistou o mundo pela surpresa. Agora, para deixar de ser apenas um fenômeno passageiro, ele precisa ter estratégia e frequência, entendendo que audiência não é a mesma coisa que comunidade.”

O agente de influenciadores alerta que o erro mais comum de figuras que ganham projeção meteórica é tentar monetizar todas as oportunidades de forma desordenada, sem critérios de posicionamento. Para garantir longevidade, o goleiro precisará diversificar seus pilares de conteúdo — abordando bastidores do esporte, superação, a cultura de Cabo Verde e a rotina de atleta —, desvinculando sua imagem da dependência exclusiva do meme da Copa.

Embora o futebol de elite seja associado a salários astronômicos, essa não foi a realidade da carreira de Vozinha, que construiu sua trajetória fora das principais ligas do planeta. Por essa razão, a internet desenha-se como sua principal fonte de receita para o futuro, embora o retorno financeiro recorrente exija profissionalização. “Não é porque você ganhou milhões de seguidores que automaticamente diversas marcas vão te procurar. Seguidores abrem portas, mas o que gera dinheiro de forma recorrente é credibilidade, engajamento, consistência e capacidade de se conectar com marcas sem perder autenticidade. A primeira publi é um sinal de mercado, mas o próximo passo é provar que ele consegue manter interesse quando a Copa sair do centro das atenções”, pondera Gonçalves.

O grande trunfo comercial do cabo-verdiano é ter entrado na conversa pública de forma 100% orgânica. Marcas focadas em estratégias de live marketing e embaixadores buscam justamente personagens com essa capacidade nativa de gerar conexão emocional. O desafio central da equipe de gerenciamento do atleta será filtrar as propostas recebidas, recusando campanhas que possam desgastar sua imagem e focando em parcerias que façam sentido para o seu propósito de longo prazo, transformando a vitrine global do Mundial em uma nova e lucrativa fase profissional.

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