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Manu Gavassi é a nova ADM do Twitter do Itaú Unibanco

Cantora e atriz é a primeira convidada da nova plataforma #FeitocomADMs, criada pela Soko e com o banco, em que influenciadores ajudarão jovens a administrar as questões do dia a dia. Iniciativa faz parte do posicionamento #FeitoComVc
Os jovens hoje querem dar conta de tudo! Trabalhar, ler muitos livros, ter a casa arrumada, estudar idiomas, maratonar as séries preferidas e, além de tudo, manter uma vida financeira saudável, com os boletos em dia e ainda com uma reserva para emergências e investimentos – tudo ao mesmo tempo. É uma condição que muitos jovens adultos reconhecem e enfrentam com bom humor, como se vê na infinidade de histórias e memes publicados nas redes sociais sobre os desafios da transição do jovem para se tornar um adulto. Por isso o Itaú trouxe Manu Gavassi como sua nova ADM do Twitter.
Com o objetivo de ajudar pessoas que estão nesse momento de vida, o Itaú Unibanco criou uma plataforma batizada de #FeitoComADM, em que administradores natos serão responsáveis durante uma semana pelo perfil do banco no Twitter para interagir com os assuntos do momento e dar dicas de como se virar com o dia a dia, como trocar uma resistência de chuveiro, conseguir ingressos para shows, fazer um currículo, se organizar financeiramente e estreitar o relacionamento com os seus seguidores da página.
Quem estreia nesta plataforma, cujo conceito faz parte do novo posicionamento do Itaú, o #FeitoComVc, é a cantora e atriz Manu Gavassi. “Queremos estar perto de pessoas, personalidades, criadores de conteúdo que conversem com o público jovem e, ao mesmo tempo, saibam a dinâmica de conversa das redes sociais. A Manu, além da afinidade com esse público, é capaz de gerar grandes conversas com seus seguidores por ser aberta a cocriação, algo essencial para nós e que tangibiliza nosso posicionamento #FeitoComVc”, explica Thaiza Akemi, superintendente de Conteúdo e Redes Sociais do Itaú.
O projeto, idealizado pela agência SOKO, também terá participação dos fandoms de grandes artistas. Cada gestão de ADMs criará conteúdos sobre os dilemas dos jovens adultos, utilizando a própria linguagem e as ferramentas que empregam em seus perfis, como fancans (filmagem de ídolos pelos fãs), gifs e montagens. Os encarregados das contas também irão sugerir alguns benefícios revelados ao longo do período.
Thaiza conta que a ideia de abrir para votação é uma forma de entender o perfil de quem segue o banco no Twitter. “Essa foi uma maneira de dar voz aos nossos seguidores e criar uma conexão legítima com eles. Essa é a materialização do ‘Feito Com Você’: ouvir as pessoas para oferecer o que elas querem de verdade. Estamos muito otimistas com essa iniciativa e acreditamos que a maior força do Twitter é essa: ser público, movimentar conversas, gerar aprendizado constante por meio da escuta ativa das pessoas com quem queremos nos relacionar”, completa.
“Para atender ao desafio que o Itaú nos trouxe de conversar com os jovens adultos no Twitter, criamos uma ação que propõe trazer soluções para os ‘perrengues’ desse público, usando o poder dos fãs para movimentar a comunidade. Por isso, optamos por convidar vários ADMs, com seus fandons, para liderar essa conversa e, para iniciar a campanha, trouxemos quem tornou ADMs um assunto: Manu Gavassi.”, conta Isabela Marangoni, Creative Product Leader da Soko.
FICHA TÉCNICA
SOKO, agência criativa
CEO e CCO: Felipe Simi
Executive Creative Director: Rafael Ziggy
Creative Product Leaders: Isabela Marangoni e Paulo Medeiros
Direção de Arte: João Souza e Matheus Oliveira
Community Manager: Igor Frossard
Content: Flávia Akemi
Data Scientist: Nathalia Imamura
COO: Brisa Vicente
Head de contas: Renata Cintra
Diretor de contas: José Brites
Atendimento: Renato Miguez
Head de operações: Larissa Kubo
Project Managers: Brenda Colautti e Carolina Daniel
Head de broadcasting: Fabiane Abel
Broadcast Leader: Marília Santos
Broadcaster: Ana Sciena
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.
Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.
Dicas para empresas:
• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.
• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.
• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.
• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.
• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.
• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.
• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.
O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.
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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.
“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”
Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.
“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”
A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”
Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.
A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.
Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.








