Agências
MACAM Asset, MChecon e Universal Music prometem oferecer, juntos, experiências inesquecíveis

Foi-se o tempo em que os shopping centers eram apenas complexos de compras. Com o hábito de consumo on-line potencializado pelo período em que o comércio esteve fechado por ordem dos órgãos sanitários, hábito que perdura e continua a ganhar força ainda hoje, os malls se tornaram sinônimo de entretenimento. Mais que nunca, o pós-pandemia despertou nas pessoas um desejo ainda maior de diversão e foi de olho nesse comportamento que a MChecon deu o pontapé inicial nas ideias do que seria seu novo projeto.
“O mercado pós-pandemia e o comportamento do consumidor deixaram muito claro para gente que as pessoas estavam sedentas por experiências inesquecíveis e entretenimento de qualidade. Isso nos fez acreditar que tínhamos uma oportunidade imensa de mercado não explorado”, revela Marcelo Checon, fundador e CEO da MChecon.
Tendo em seu DNA a primazia no desenvolvimento de projetos proprietários e uma equipe com olhar apurado para as melhores parcerias, o primeiro approach foi com Felipe Rodrigues, empresário e fundador da MACAM Asset, gestora de recursos temática em shopping centers com diversos ativos pelo Brasil, e o resultado não poderia dar mais certo.
“Quando Marcelo me apresentou o projeto fiquei encantado e entendi que tinha total sinergia comigo. Tenho uma visão que os shoppings precisam acompanhar as tendências de consumo das novas gerações. Ao longo dos últimos anos venho implementando um novo conceito de shoppings chamado de 3C’s, Convivência, Conveniência, Consumo e ter uma plataforma de eventos, associado a MChecon, faz todo sentido dentro dessa estratégia, além de ser uma oportunidade fantástica para qualquer shopping do Brasil. Através dos shoppings que tenho atuação, e no relacionamento que possuo na indústria, conseguimos desenvolver um anuário de ativações para shoppings, que com certeza irá atrair um público mais qualificado, e rentabilizar ainda mais os shoppings”, comenta Rodrigues.
Faltava ainda aliar à bem-sucedida jornada da MChecon no mercado de live marketing, conteúdos e experiências. Foi daí que surgiu a aproximação com Paulo Lima, presidente da Universal Music Brasil, para colaborar nesta “plataforma de experiências”.
“Olhando para todo o conteúdo e experiências que a Universal Music produz, há muito campo para ampliarmos ainda mais a nossa proximidade com os fãs. O projeto da MChecon veio na hora certa e tenho certeza de que iremos criar ações gerando uma conexão ainda mais forte com o fã que busca uma experiência 360˚”, comemora Lima
A mente criativa e executora dos projetos da MChecon, junto com os recursos e networking da MACAM Asset e a expertise e excelência em conteúdo e entretenimento da Universal Music têm o potencial de construir experiências únicas para o grande público dentro do universo de shoppings Brasil afora, como exposições, eventos, ativações e circuitos durante todo o ano. A ideia é que cada criação se transforme numa experiência memorável e inesquecível.
Os projetos terão início já em janeiro de 2024 e prometem levar diversão de forma interativa e imersiva para shoppings de todo o país.
Agências
Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.
Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.
“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.
No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”
“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.
Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.
Agências
LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.
O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.
“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.
A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.
Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.








