Empresa
Ludmilla estrela campanha de verão da Chilli Beans inspirada no funk

Em setembro de 2020 a Chilli Beans iniciou o projeto de agência InHouse, o criativo Jose Caporrino que acompanha a marca desde a fundação está à frente da operação que conta com uma equipe de 10 profissionais dedicados, responsáveis pela campanha de verão foi batizada de Funk-se e traz a cantora Ludmilla como protagonista, que também assina 8 modelos exclusivos da coleção.
A estrela vem acompanhada de dois bailarinos de funk e o cenário traz caixas de som, engradados de cerveja em uma piscina vazia de uma mansão de São Paulo. Ciente do seu papel social, a Chilli Beans ainda doará parte do lucro para ações que atuam na causa antirracista.
“Trouxemos uma mistura de elementos das comunidades, muita ostentação e claro, toda a energia que o verão pede. Teremos a participação de coletivos e influenciadores do movimento em nossas redes sociais”, completa Jose Caporrino.
A cantora participou do desenvolvimento de peças exclusivas, imprimindo sua personalidade nos produtos. “É a primeira vez que assino uma coleção e estou muito orgulhosa do resultado. Tive a oportunidade de me envolver em cada etapa e quem é apaixonado por funk vai se surpreender com os detalhes, que estão cheios de referências ao nosso movimento”, afirma Ludmilla.
“Historicamente a Chilli Beans acredita e investe na cultura nacional. A música já é um dos grandes pilares da nossa marca e enxergamos que o funk vai além. Os modelos estão cheios de referências de moda desse universo e ter a Ludmilla assinando esse projeto trouxe ainda mais personalidade para a coleção”, conta Caito Maia, CEO da Chilli Beans.
A coleção Chilli Beans Funk-se está disponível no site, nas lojas físicas e quiosques em todo o território nacional. Os preços variam de R﹩ 199,98 a R﹩ 429,98. Para mais informações sobre os produtos acesse o site oficial ou o Instagram da marca (@chillibeansoficial).
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
Empresa
Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

Empresa
Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








You must be logged in to post a comment Login