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Luciano Huck substituirá Faustão no ‘Domingão’ em setembro

Com a chegada de Luciano Huck, Tiago Leifert, que vinha apresentando o “Super Dança dos Famosos”, deixará o programa dominical da Globo
Nesta quinta-feira (22), através de um comunicado oficial, a Globo anunciou que Luciano Huck vai assumir o “Domingão” a partir de de 5 de setembro. De acordo com o comunicado da Globo divulgado hoje, o apresentador ira assumir o programa dominical em um “formato que vai misturar quadros de sucesso com grandes histórias até dezembro. Confira aqui o comunicado na íntegra.
Posteriormente, em janeiro, Luciano estreará a temporada 2022 do ‘Domingão’ com muitas novidades”. Vale lembrar, que logo após a confirmação da saída de globo-apos-32-anos/” class=”ec-word-link ec-word-link-editor”>Fausto, surgiram rumores sobre a novidade anunciada hoje pela emissora.
Tiago Leifert deixa o programa para a entrada de Luciano Huck
Ainda segundo o comunicado, com a chegada de Huck, Tiago Leifert, que vinha apresentando o “Super Dança dos Famosos”, deixará o programa dominical da Globo. Lembrando, que a “maior Dança dos dos Famosos da história”, se encerra no dia 29 de agosto, com uma grande final.
“Caldeirão do Huck” será somente “Caldeirão”
O “Caldeirão”, conhecido como “Caldeirão do Huck”, por ser liderado por Luciano Huck, ganhará um novo apresentador a partir de 4 de setembro. De acordo com a emissora, “o nome está sendo definido para comandar a atração até o fim do ano”.

Game Show comandado por Fernanda Gentil
Por fim, a emissora anunciou uma mudança na grade envolvendo a apresentadora Fernanda Gentil e um novo game show. No dia 28 de agosto, Fernanda encerrará o ” ‘Se Joga’ para se dedicar, em outubro, à apresentação de um novo game, que vai ser exibido aos domingos, antes do futebol”.
Além disso, na semana posterior, dia 04 de setembro, as tardes de sábado da Globo vão começar com humor e cinema. Logo após a ‘Sessão Comédia’, com ‘O Melhor da Escolinha’, vai ao ar a ‘Sessão de Sábado’, com filmes para toda a família.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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