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L’Occitane en Provence celebra os seus 45 anos de história com a campanha “O Poder do Amarelo”

O Amarelo é uma cor que nos remete alegria, espontaneidade, calor e otimismo, e não é à toa que foi escolhida como ativo distinto da marca L’Occitane en Provence, que comemora seus 45 anos de marca em 2021.
Celebrando os seus produtos com a emblemática embalagem amarela e um dos seus mais icônicos ingredientes com a Flor de Immortelle e seu poderoso óleo essencial, a nova campanha da marca é intitulada como o “O Poder do Amarelo”. Com presença especial da atriz Isabelle Drummond, que desde junho é parte do time da marca, por representar uma beleza natural e descomplicada, além de pura conexão com a cultura francesa – a campanha remontou um jardim inspirado na natureza da Provence, para sentirmos, mesmo que virtualmente, a experiência de estarmos em um campo ensolarado no sul da França.
Assinada pela Integer\OutPromo, a campanha entrou no ar nas redes sociais de L’Occitane en Provence. A estratégia traz evidência ao pioneirismo da marca em dar destaque à beleza natural e sua relação com o público brasileiro, por meio de conteúdo digital que destaca O Poder do Amarelo com produtos icônicos e toda energia e leveza de L’Occitane en Provence.
“Como amantes da natureza, estamos muito felizes em celebrar o ano de aniversário da marca com uma campanha tão forte, que transmite tanto dos nossos valores otimistas e que consegue passar um pouco da alegria e da admiração que sentimos ao nos envolver diariamente com nossos ingredientes e com nossa proposta de beleza para o mundo. O olhar entusiasmado pela natureza surgiu com nosso fundador, Olivier Baussan, que há 45 anos se dedicou a preservar e promover a natureza da região da Provence e começou o trabalho de aproximar a natureza da vida das pessoas, construindo consistentemente um negócio de beleza que valorizasse os ingredientes de origem natural e respeitasse, ao mesmo tempo, as pessoas, o processo produtivo e o meio ambiente”, conta Pierry Coni, Head de marca no Brasil.
“Cada vez mais, as pessoas estão buscando uma nova relação consigo e com o planeta, querem sentir que estão ajudando o mundo enquanto se fortalecem com a beleza, por meio de marcas clean beauty e com produtos sustentáveis e que carregam compromissos socioambientais. Pensando neste e em outros novos hábitos de consumo do shopper, trouxemos uma comunicação que traduz todos os detalhes que estão por trás dos 45 anos de marca de L’Occitane en Provence, e a sensorialidade dos produtos, destacando a naturalidade das fórmulas e sustentabilidade de ponta a ponta”, comenta Mariê Borges, gerente de contas da Integer\OutPromo.
Para deixar esse momento ainda mais especial, apresenta também o relançamento da linha capilar Aromacologia Força e Volume, que deixa os cabelos 3 vezes mais fortes e resistentes, com eficácia comprovada. Os produtos são livres de silicones, atuam diretamente na fibra capilar dando mais volume, ajudam a fortalecer da raiz às pontas, restauram o brilho e o volume. E o melhor: tudo isso sem deixar o cabelo com aspecto pesado.
O portfólio da linha conta com shampoo, condicionador, loção capilar fortificante e a versão eco-refil do shampoo, com 79% menos de plástico.
Outro diferencial da linha são as embalagens que ficaram mais modernas e continuam sendo feitas de plástico 100% reciclável e 100% reciclado. A combinação de óleos essenciais é uma assinatura da marca para todos os produtos da linha capilar de Aromacologia, cada qual com uma combinação única. A linha de Força e Volume conta com óleo essencial de limão, cedro, ylang ylang, junípero e alecrim, que trazem uma sensação revigorante para a fragrância da fórmula. Além disso, possuí ingredientes rapidamente biodegradáveis e uma novidade: a queratina vegetal, que ajuda a fortalecer e aumentar o volume da fibra capilar.
Aproveite para conferir “O Poder do Amarelo” e o poder de fios 3 vezes mais fortes e resistentes da nova linha Aromacologia Força e Volume nas lojas físicas e e-commerce de L’Occitane en Provence.
Ficha técnica
Título: O Poder do Amarelo
Agência: Integer\OutPromo TBWA
Cliente: L’Occitane en Provence
Marca: L’Occitane en Provence
Managing Director: Ricardo Franken
Atendimento: Ana Luisa Perissé, Sully Siena, Mariê Borges, Giovana Zulian
CCO: Antônio Neto
VP de Criação: Danilo Vizagre
Direção de criação: Leonardo Costa
Redação: Camilly Santos
Direção de Arte: Mariana Claro
CSO: Carlos Gajo
Planejamento: Gustavo Aoyagi, Fernanda Guimarães, Catarina Dea
Mídia: Daiana Meireles, Thiago Endo
Fotografia: Gustavo Ipólito
Film director: Natacha Mantovani
Art Director: Manuella Meirelles
Hair & Make up: Jean Ricardo
Stylist: Morgana Ludwig
Produção Executiva: Giovana Motta
Aprovação/cliente: Pierry Coni, Mariana Hallage, Maria Isabel Puoli, Marina Daquanno
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








