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L’Occitane au Brésil convida consumidor a se reinventar todos os dias

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Os conceitos de masculinidade e paternidade sofreram grande revolução na última década. Passaram de figura masculina que não demonstra sentimentos e que deixa o cuidado dos filhos por conta da mãe, para uma figura plural e ativa, visando o cuidado emocional e físico dos filhos. Em ambos os casos, os homens vêm passando por um processo de muita modernização, reinventando-se para melhores versões.

Assim como essa “nova” figura masculina, a araucária é uma planta que se reinventa. É nessa reinvenção que L’Occitane au Brésil se apoia para a nova campanha da Linha Araucária, que acontece de 22 de julho a 15 de agosto. Com o mote “Reinvente-se todos os Dias, a peça hero é o filme, estrelado pelo atleta e apresentador Fernando Fernandes, que carrega muitos códigos do homem moderno que está sempre se reinventando.

“Com o nosso conceito de “Reinvente-se todos os dias”, queríamos um homem que personificasse o que a marca acredita, com o posicionamento de se reinventar em sua vida. Encontramos no Fernando Fernandes esse homem com as facetas e valores que as fragrâncias celebram; ele é tudo isso e um exemplo de como se reinventar na vida é algo tão necessário. Campeão paralímpico, o apresentador e influenciador foi a escolha para a L´Occitane au Brésil pensar em atingir um público masculino com esse lançamento tão importante para a marca, com a nova linha Araucária.”, comenta André Abramo da L’Occitane au Brésil.

“É sempre empolgante transmitir mensagens que ajudam a desconstruir o machismo. A nova campanha de L’occitane au Brésil vai contra aquele pensamento ultrapassado do “sou assim e não mudo”.  Ela fala da força e da beleza de sermos mutáveis, assim como a natureza. Do nascer ao pôr do sol, todos nós vivemos uma jornada e podemos nos reinventar com ela.”, completa Daiane Catarin da Integer\OutPromo.

 

Ficha Técnica

 Título:  Reinvente-se todos os dias.

Agência: Integer\OutPromo

Marca: L’Occitane au Brésil

Managing Director: Ricardo Franken

Atendimento: Ana Luísa Périssé, Fernanda Santiago, Camila Couto, Giovana Zulian

Criação: Danilo Vizagre, Marcelle Ferrari

Roteiro: Daiane Catarin

Planejamento: Carlos Gajo, Laura Pessoa, Geovanna Oliveira

Mídia: Thiago Endo, Gabriela Duarte

Produção executiva: Larissa Ducca e Bianca Ferraresi
Assistente Produção executiva:  Mariana Feuerwerker
Set Design – Clarissa Rosas
Fotos da campanha: Gabriel Bertoncel

Captação e edição de vídeo: Rec 35
Direção: Guilherme Morais
Direção de Fotografia: Dirso Barelli
Beauty:  Vinicius Garcia de Castro Neres
Stylist: Thiago Setra

Aprovação/cliente: André Abramo, Giovana Barné, Letícia Araujo

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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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