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Locaweb divulga resultados financeiros do quarto trimestre de 2019

Empresa encerra o ano com crescimento de 22.5% e receita líquida de R$ 385,7 milhões em 2019 EBITDA (R$ 110,9 milhões) teve alta de 40.3% no 4T19 em relação ao mesmo período de 2018
A Locaweb (LWSA3), uma das empresas pioneiras em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital de negócios no Brasil, comunicou hoje à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) seus resultados financeiros para o trimestre encerrado em 31 de dezembro de 2019.
“É com satisfação que iniciamos com o 4T19 os ciclos de divulgação de resultados trimestrais da Locaweb. Após a abertura de capital e nossa estreia na B3 como ação negociada no Novo Mercado, gostaríamos de aproveitar a oportunidade para agradecer a todos que participaram da oferta, em especial ao time da Locaweb e aos investidores que apoiaram a Companhia na construção dessa nova fase, afirma Fernando Cirne, CEO da Locaweb.
Com 22 anos de história, mais de 1.500 funcionários, 350 mil clientes e 19 mil desenvolvedores parceiros, a Locaweb que começou, em 1997, como uma empresa de hospedagem de sites, tornou-se um grande ecossistema, com diversos serviços. Atuamos em duas frentes de negócios: (i) BeOnline/SaaS, por meio das marcas Locaweb, Locaweb Corp, All iN, KingHost, Cluster2Go e Delivery Direto; e (ii) Commerce por meio das marcas Tray, Tray Corp e Yapay.
O tradicional segmento de BeOnline, hoje é uma importante ferramenta de geração de novos clientes para os outros negócios da Companhia, SaaS e Commerce, que hoje são os vetores de maior crescimento da Locaweb. Em 2019, tanto SaaS quanto Commerce apresentaram crescimento de duplo dígito, contribuindo para melhoria das margens operacionais. Por serem operações com baixa necessidade de capex, também tiveram forte contribuição para o elevado aumento de nossa geração de caixa e lucro líquido. Isso pode ser visto nos resultados de 2019, em que o crescimento de 22,5% em nossa receita líquida foi convertido em um aumento de 40,3% de EBITDA e de 69,0% geração de caixa.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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