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Livelo lança programa de recompensas exclusivo para a ALE Combustíveis

A Livelo, empresa que atua no mercado de recompensas, e a distribuidora de combustíveis ALE, que conta cerca de 1.500 postos no país, lançaram um programa de recompensas que disponibiliza aos clientes o acúmulo de 1 ponto Livelo a cada 3 reais gastos nos abastecimentos e na aquisição de serviços ou produtos na rede ALE, bem como a troca de pontos por descontos de até 50% nos postos participantes.
Funcionando em caráter piloto desde junho, agora o serviço está disponível para todos os clientes da Livelo e da ALE. “O modelo que adotamos nessa parceria é inédito no Brasil. Criamos um programa de recompensas totalmente customizado para a ALE dentro do app da Livelo, ou seja, os clientes contam com a experiência simples e prática de uso do nosso app para acumular pontos ou usá-los como parte do pagamento na hora de abastecer o carro”, explica Daniel Pagano, diretor de Produtos, Marketing e Operações da Livelo.
Para começar a usar pontos nos postos ALE e consultar os postos participantes mais próximos, o usuário precisa baixar o app da Livelo no Google Play ou Apple Store. Depois, deve clicar no banner da ALE, cadastrar seus cartões (crédito, débito ou cartão de benefício) no app e escolher entre “Juntar pontos Livelo” ou “Desconto no abastecimento”. O passo a passo pode ser conferido neste link.
O programa de recompensas já conta com mais de 260 postos cadastrados em todo o Brasil, superando a expectativa inicial da empresa de atingir a meta de 250 postos até o final do ano. “Os donos de postos reconheceram as grandes vantagens do programa exclusivo para a ALE, aderiram imediatamente e já começam a oferecer esse diferencial aos clientes em aproximadamente 200 cidades brasileiras”, destaca o diretor de Marketing e Varejo da ALE, Diego Pires.
Presença no e-commerce e no ponto de venda
Além de contribuir para as vendas dos parceiros no e-commerce – o setor registrou, no Brasil, a maior alta em 20 anos no primeiro semestre de 2020, segundo levantamento da Ebit|Nielsen em parceria com a Elo –, a Livelo também reforça sua presença e importância no ponto de venda. Ao disponibilizar o uso de pontos na ALE Combustíveis, contribui para a distribuidora fidelizar os seus clientes.
“Num momento em que muitos consumidores estão adquirindo novos hábitos em função da pandemia, a Livelo auxilia a ALE a reter e conquistar novos clientes. Além do acúmulo de pontos e obtenção de descontos nos postos, oferecemos mais de 800 mil itens para resgate em nosso catálogo. Com isso, a Livelo fica a cada dia mais presente na vida dos nossos clientes, oferecendo constantemente mais facilidade e possibilidades de uso dos pontos”, conclui Daniel.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








