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Líderes empresariais debatem as transformações globais e seus impactos no marketing, varejo e consumo brasileiro

Para debater o tema: “As transformações globais e seus impactos no marketing, varejo, e no consumo brasileiro”, será realizado, entre os dias 2 e 4 de outubro, o 8º FÓRUM LIDE DO VAREJO e MARKETING, um dos mais importantes eventos do segmento no país. Promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais e com a participação do chairman Luiz Fernando Furlan, o evento conta com curadoria de Marcos Gouvêa, do LIDE Comércio, e de Marcos Quintela, do LIDE Comunicação, e ocorre no Hotel Unique, na capital paulista, com a presença de presidentes e executivos das maiores companhias do Brasil. Os painéis serão transmitidos pelo site do LIDE (http://www.lideglobal.com/forumlide) e canal do YouTube, a TV LIDE (http://www.youtube.com/tvlide).[
Para a segurança dos envolvidos, foram elaborados rígidos protocolos de saúde, todos seguindo as recomendações das autoridades de saúde e sanitárias. No local, haverá espaçamento entre os participantes, álcool em gel para sanitização e o uso obrigatório de máscara entre outras ações de sanitização.
No sábado, 3, o evento terá três painéis principais com discussões relacionadas ao tema central do fórum, como “As transformações no cenário global e seus impactos no marketing, varejo e no consumo no pós-Covid-19 no Brasil”; “Como a tecnologia e o digital transformam o mercado”, e “A revolução nos meios de pagamentos e os impactos no comércio brasileiro”.
Confirmando o sucesso da última edição, o LIDE TALKS terá quatro encontros interativos e dinâmicos, todos com uma hora de duração na parte da tarde. Eles acontecerão simultaneamente no período da tarde, também no dia 3. A proposta é gerar conversas enriquecedoras, estabelecendo um diálogo construtivo e estimulando a troca de ideias e novas soluções aos negócios do setor. Entre os temas deste ano estão “Repensando negócios com big bang financeiro”; “O que o digital pode ensinar para as lojas físicas”; “Mudanças com a reconfiguração dos shoppings centers” e “O que muda no varejo de alimentos com o crescimento da alimentação fora do lar”.
Segundo Marcos Gouvêa de Souza, curador do encontro no segmento do Varejo, presidente do LIDE Comércio e fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem, “É um momento importante para trocarmos experiência sobre as empresas durante essa crise. Foram momentos de aceleração digital, transformação do negócio e criação de novos produtos. O aumento da presença no e-commerce foi histórico. E isso nos traz outro universo, com dados em tempo real, como a reação do consumidor, suas preferências, produtos visualizados, e o que gera realmente a venda. São dados essenciais para o crescimento do varejo nacional”.
“Acompanhar o ritmo das mudanças tecnológicas, da economia global e do comportamento do consumidor é um desafio para todos os líderes e especialistas desses setores, mas isso foi intensificado com a pandemia. Tivemos que inovar 100% de produtos e serviços e encontrar uma nova forma de nos relacionarmos com o cliente. Foi um momento desafiador, de renovação total e de muita criatividade”, afirma Marcos Quintela, CEO e sócio do VMLY&R Group no Brasil, curador no segmento de Marketing e presidente do LIDE Comunicação.
“O Fórum LIDE do Varejo e Marketing chega à oitava edição com o desafio de mostrar as transformações do mundo e os impactos ainda maiores com a pandemia que pegou todos de surpresa. Os setores de varejo e de marketing tiveram que superar obstáculos e modificar sua atuação em pouco tempo e queremos entender esse movimento com a experiência de grandes líderes”, comenta Celia Pompeia, vice-presidente executiva do Grupo Doria.
PRÊMIO LIDE DO VAREJO E MARKETING 2020
O PRÊMIO LIDE DO VAREJO E MARKETING 2020 será entregue na noite de sábado (3/10) e reconhecerá os maiores inovadores dos setores nas categorias: Destaque de Marketing; Excelência em Tenant Mix; Ominicanalidade; Serviços e Soluções ao Varejo e Shopping Centers e Destaques do Ano. A homenagem especial no varejo será a Marcelo Silva, presidente do IDV.
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UBRAFE e ABRACE firmam acordo estratégico de cooperação para fortalecer o setor de feiras e eventos B2B

A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) e a Associação Brasileira de Cenografia e Estandes (ABRACE) oficializaram, no Expo Center Norte, um acordo de cooperação estratégica. O termo estabelece uma atuação conjunta entre promotores de feiras, pavilhões de exposições e empresas de montagem para o desenvolvimento do setor, a padronização de processos e a valorização das equipes de produção em âmbito nacional.
Como prioridade dessa primeira fase de integração, as entidades fixaram diretrizes focadas no aprimoramento das condições operacionais e de trabalho nos períodos de montagem e desmontagem das feiras. O plano prevê garantias estruturais em locais de exibições, incluindo a fiscalização do conforto térmico e das instalações sanitárias conforme as normas técnicas, além do fornecimento de áreas coletivas preparadas para alimentação, hidratação e descanso das equipes terceirizadas e montadores.
A assinatura do termo foi conduzida por Paulo Ventura (presidente da UBRAFE), Guto Guedes (presidente da ABRACE), Paulo Octavio Pereira de Almeida (P.O, diretor executivo da UBRAFE) e Paulo Passos (diretor executivo da ABRACE). “O setor de feiras e eventos sempre cresceu pela capacidade de reunir pessoas, empresas, negócios e ideias. Agora damos um passo além, colocando as entidades que representam essa indústria para construir soluções coletivas. Este acordo simboliza uma nova fase de cooperação e demonstra que o desenvolvimento do mercado passa, necessariamente, pela valorização das pessoas que fazem os eventos acontecerem”, afirma Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A iniciativa estabelece uma agenda permanente de governança e diálogo, que inclui a criação de campanhas educativas, o compartilhamento de metodologias de gestão, a definição de diretrizes operacionais unificadas para os pavilhões e a atuação conjunta junto a órgãos públicos e autoridades reguladoras.
Para Guto Guedes, presidente da ABRACE, “a assinatura deste acordo representa um avanço importante para as empresas de cenografia e montagem de estandes e, principalmente, para os profissionais que atuam na montagem e na desmontagem dos eventos. Acreditamos que o fortalecimento do setor passa pela valorização das pessoas que transformam projetos em realidade e fazem a nossa indústria crescer”.
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Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.
Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.
A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.
No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.
A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.
A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.
Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.








