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Libresse lança campanha com o novo posicionamento #MenstruacaoReal

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A Libresse, marca que chega ao Brasil com o propósito de criar vínculo com a consumidora brasileira no segmento de proteção feminina, está lançando a campanha Somos de Carne, Osso e Sangue #MenstruaçãoReal, um filme manifesto do novo posicionamento da marca, que promove a discussão sobre temas como menstruação e a zona V (vagina).

O filme reforça o posicionamento global da marca de usar sangue na cor vermelha, lembrando que a Libresse foi a primeira marca no mundo a trabalhar uma comunicação com sangue vermelho no segmento de proteção feminina.

O manifesto da campanha apresenta fatos como sangue é vermelho, menstruar é normal e vagina não é palavrão para acabar com o medo ou vergonha de falar de temas que fazem parte da nossa vida.

“A Libresse vem trabalhando globalmente há muitos anos na quebra de tabus sobre menstruação. Queremos falar sobre este tema tão relevante de modo simples e natural, sem preconceitos, com o endosso de sermos uma marca global, presente mais de 100 países e líder em seu segmento na Europa e América Latina. Esta campanha é fundamental para avançarmos disruptivamente no debate sobre a menstruação e consolidar a nossa posição de marca”, destaca Priscila Ramos, Coordenadora de Marketing da Libresse no Brasil.”

O novo posicionamento estará presente em todos os materiais da marca e a campanha de lançamento será veiculada em diferentes mídias trabalhando formatos de vídeo ads, social ads, programmatic, native ads, branded contente, influenciadores e uma ação especial no metrô de São Paulo.

“Trabalhar com uma marca que se preocupa com quebra de tabu, diversidade e inclusão social foi uma inspiração para esse projeto. Pessoas que menstruam são de carne, osso e sangue”, destaca Giba Bissacot, diretor de criação da Arabella.

A Juliana Gaspar, redatora da Arabella, comenta sobre a experiência de trabalhar neste projeto: “Como mulher, foi incrível poder trabalhar em uma campanha que ultrapassa as barreiras do padrão, do óbvio. É bonito enxergar marcas que caminham lado a lado em nossa luta diária, nessa missão de trazer mais inclusão, diversidade e representatividade à tona”.

Ficha técnica:

Agência Arabella

CEO: Paola Zingman

Diretor de Criação: Giba Bissacot

Redator: Thiago Petrin, Juliana Gaspar

Diretora de Mídia: Fernanda Berna

Coordenador de Mídia: Wendell Magalhães

Gerente de Atendimento: Vanessa Bianchini

Gerente de Social Media: Lívia Rocha

Produtor: Rafael Milan Torres

Produtor Musical da Trilha Sonora: Mateus Gageiro

Participações: Isadora Galiano | Julia Munhoz | Lilian Marcelino | Betina Korbes

Aprovação Libresse:

Diretora de Marketing e Vendas Brasil: Hazel Vilarreal

Gerente de Desenvolvimento de Projetos América Latina: Sergio Contreras

Coordenadora de Marketing Brasil: Priscila Ramos

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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