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Kellogg Company realiza doação de 11 toneladas de alimentos para o Dia Mundial da Alimentação

A Kellogg Company anuncia uma série de ações para o Dia Mundial da Alimentação, dedicado ao combate da fome ao redor do mundo e anualmente celebrado em 16 de outubro. A multinacional realizará uma doação, em parceria com o Programa Mesa Brasil Sesc, de 11 toneladas de alimentos, que serão distribuídos no estado de Santa Catarina.
No dia anterior, em 15/10, a empresa realizou uma live no YouTube, que abordou o tema do desperdício de alimentos e como a indústria e entidades do setor podem ajudar no combate a fome ao redor do mundo. Participaram do evento online Alberto Raich, vice-presidente e gerente-geral da Kellogg no Brasil, o chef Carlos Bertolazzi e representantes do Programa Mesa Brasil Sesc. Ao fim do debate, Bertolazzi ensinou ao público como fazer um molho para massas reaproveitando alimentos que seriam descartados.
Além disso, a Kellogg promoverá uma série de ações voluntárias virtuais, em função da pandemia. Os colaboradores da empresa escreverão cartas para pessoas em situação de vulnerabilidade. Para cada carta escrita, será doada uma cesta com produtos da marca para o banco de alimentos. Ao todo, será doada 1 tonelada de alimentos em cestas. Os funcionários também gravarão vídeos contando histórias infantis. Além disso, serão sugeridas receitas que reaproveitem sobras de comida – as três melhores receitas serão divulgadas para toda a América Latina.
“Como líder global na indústria de alimentos, a Kellogg desempenha um importante papel na luta contra a fome. É o momento de chamarmos a atenção para esse problema que assola parte da população mundial e avançar em nosso compromisso de criar Dias Melhores para mais de 3 bilhões de pessoas até o final de 2030”, explica Alberto.
Alerta para os problemas da alimentação
O Dia Mundial da Alimentação foi escolhido em 1981, sendo a mesma data da criação da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO, Food and Agriculture Organization), em 1945.
A FAO atua para proporcionar a segurança alimentar mundial, garantindo, assim, acesso à alimentação constante e de boa qualidade. Com isso, a data foi criada para trazer a atenção dos governantes e da população para os problemas da alimentação e todos seus aspectos.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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