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Keep Walking pela equidade com Johnnie Walker

Harmonizar. Essa é a proposta de Johnnie Walker, marca de whisky da Diageo, para março, o mês da mulher. Uma série de ações, que incluem a campanha “Harmonize com Johnnie Walker”, criada pela agência AlmapBBDO, além de conversas e iniciativas práticas em prol da equidade, encabeçadas pelo hub [ EM BRANCO ], fazem parte da comunicação da marca.
“A imagem do whisky sempre esteve associada a homens. Mas sabemos que, hoje, do total de consumidores de whisky, 31% são mulheres. Queremos desconstruir mais esse estereótipo e mostrar a pluralidade e versatilidade do destilado em todos os sentidos. O mês que abriga o Dia Internacional da Mulher é um ótimo momento para colocarmos esse assunto na pauta, falarmos sobre a harmonização do feminino e masculino, em busca de equidade em todas as dimensões. Ainda temos muito keep walking pela equidade”, diz Juliana Ballarin, Head de Marketing do portfólio de Scotch da Diageo.
Com estreia no ambiente digital a campanha traz a música Super Homem, de Gilberto Gil, regravada pelo dueto Gab Ferruz e Tibí. Um videoclipe dessa releitura dá vida ao conceito criado pela AlmapBBDO: “Harmonizar sua dose feminina e masculina é poderoso”. A curadoria dos intérpretes e a viabilização do uso da canção para a campanha ficaram sob a responsabilidade da SUBA, empresa de conteúdo com foco em influência.
A música – que ressalta a importância da mulher – reforça a ideia da campanha de buscar a equidade, romper com o apego a rótulos e resgatar o equilíbrio entre as sensações comuns a todos, além de desmistificar a máxima de que whisky é para homens. Tudo isso inspirado no conceito da psicologia que fala sobre o lado feminino e lado masculino presente em cada um de nós.
Johnnie Walker retrata isso por meio da harmonização, ato tão comum no universo do whisky. Afinal, a marca é plural. “Unimos nessa campanha universos em que a harmonização pode acontecer de um jeito perfeito. Música, whisky e, principalmente, a sociedade. E essa música é poderosa. Ela fala da harmonização entre o feminino e o masculino com delicadeza e força nas palavras. Uma homenagem às mulheres, mas que ao mesmo tempo traz uma reflexão sobre caminharmos juntos.”, comenta Michelle Gorodski, redatora da AlmapBBDO.
Conversas nas redes sociais
Nas redes sociais, a ação será amplificada por meio do time criativo da marca – Astrid Fontenelle, Djamila Ribeiro, DJ Alok, Dan Ferreira e João Vicente – que irá compartilhar o videoclipe e chamar o público para a conversa sobre a equidade de gênero. Haverá ainda um lançamento inédito da campanha com um live talk sobre o feminismo, aberto ao público, realizado nos perfis de Djamila Ribeiro e do DJ Alok, no Instagram.
No decorrer do mês, Johnnie Walker também vai propor diversas conversas que envolvam o tema harmonização. “Nosso time de influenciadores vai promover esse diálogo com suas audiências e, também, trocar entre si. É fundamental que a gente aprenda o que ainda precisa quando o assunto é equidade para que possamos rapidamente transformar o que ainda precisa ser transformado”, explica Luciana Branco, à frente do hub [ EM BRANCO ], escritório de relações públicas da marca.
As conversas serão realizadas no Instagram dos perfis do time criativo de Johnnie Walker e também serão levadas para os perfis da marca por meio de conteúdo cocriado com os influenciadores no Twitter e no Instagram. No YouTube, uma série de três episódios produzida pela Trace Brasil – canal especializado em cultura afrourbana – mostrará como a harmonização é parte importante na história de mulheres negras que estão mudando o mundo ao seu redor.
#KeepWalking #HarmonizeSuaDose
Incentivo à Equidade de Gênero no mercado de trabalho
No site The Bar – e-commerce da Diageo, durante o mês de março, Johnnie Walker estará com uma ação especial: quem comprar produtos da marca, ganha copos temáticos exclusivos e o livro “Quem tem medo do feminismo negro?”, de Djamila Ribeiro. Parte do lucro da venda será doado para a Casa Preta Hub, a fim de incentivar o empreendedorismo negro, causa na qual a instituição fundada por Adriana Barbosa atua há 20 anos. A ação vai possibilitar a capacitação de mulheres – via Preta Hub – por meio do curso de formação para bartenders do projeto Learning For Life do Instituto Diageo.
“Vamos oferecer a oportunidade para a formação de bartenders mulheres e trazer um pouco mais da dose feminina para esse segmento”, conta João Victor Guedes, Head de Johnnie Walker da Diageo. Segundo dados do Caged – Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados, no ano da pandemia o Brasil gerou em torno de 142 mil vagas com carteira assinada; quando se considera os empregos para mulheres, houve um fechamento de 87mil vagas.
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








