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Jackson Antunes estrela nova campanha da HughesNet

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Jackson Antunes estrela nova campanha da HughesNet

No mês em que completa cinco anos de operação no País, a HughesNet, serviço de banda larga via satélite da Hughes do Brasil, subsidiária da Hughes Network Systems LCC (HUGHES), lança uma nova campanha com o ator Jackson Antunes. A comunicação reforça o posicionamento da marca, que desde 2016 fornece conectividade a residências e pequenas empresas na área rural, e conta com filmes de 60” e 30” para TV e versão estendida para a internet, disponível no canal do YouTube da HughesNet.

Esta é a quarta vez que Jackson Antunes estrela uma campanha para a HughesNet. A escolha novamente pelo artista está atrelada à identificação dos assinantes da marca com a vida simples do ator. “Existe uma proximidade muito natural dos nossos clientes com o Jackson, que inclusive possui o serviço HughesNet em seu sítio. Ele transmite a simplicidade de quem vive no campo”, destaca Rodrigo Cavalieri, diretor de Marketing da Hughes do Brasil.

Produzida pela Gaivota Filmes, a peça mostra Jackson Antunes contando como a chegada da HughesNet trouxe mais conectividade à área rural e às regiões mais remotas do País, desassistidas por operadoras tradicionais de internet banda larga. “O objetivo dessa campanha é destacar como os serviços da HughesNet revolucionaram a vida de quem mora no campo, principalmente nos últimos tempos”, afirma o executivo.

No filme, o ator enfatiza os cinco anos de atividades da marca no Brasil e lembra os avanços e evolução conquistados no período, como os três satélites em operação no país. Por conta da pandemia de Covid-19, a gravação do filme foi realizada em estúdio, na cidade do Rio de Janeiro, usando um cenário virtual e obedeceu a todos os protocolos sanitários necessários para garantir a segurança de todos. Com equipe e estrutura reduzidas, todos os profissionais foram testados, e o time de marketing acompanhou todo o processo de gravação de forma online.

Ficha técnica

Roteiro: Marcelo Juliato

Direção: Guilherme Milan Rampazo

Direção de Fotografia: Maurício Demutti

Iluminação: Eduardo Cristovam Martins

Operadora de som direto: Raquel de Oliveira

Coordenação de Produção e atendimento: Gill Dantas

Produção: Tatiana Ribeiro Olivo

Edição, composição e 3D: Sergio Demutti Filho

Beleza: Fernanda Suzz

Mídia: Carolina Holler

Aprovação do cliente: Rodrigo Cavalieri

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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