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Itubaína ganha rebranding em projeto da CBA B+G

Modernização destaca essência divertida e autêntica da marca, lançada em 1954
Uma das mais icônicas marcas de bebidas do mercado brasileiro, lançada em 1954, a Itubaína apresenta sua nova identidade visual. O projeto de rebranding, que envolve todas as embalagens, produtos e materiais de comunicação da linha, foi desenvolvido pela CBA B+G.
O trabalho teve como principal objetivo rejuvenescer a marca, mantendo sua essência autêntica e divertida. Destacando sua tradição, mas fugindo do convencional, o facelift trouxe traços mais modernos, sem deixar de lado os principais códigos de reconhecimento.
“Essa evolução reforça o posicionamento de diversão espontânea para que Itubaína seja reconhecida tanto pelos consumidores já acostumados com a marca quanto por aqueles que estão inserindo o produto no seu dia a dia”, afirma Luis Bartolomei, CEO e head de criação da CBA B+G.
Na identidade principal, foram mantidas as cores bordô e bege, em uma combinação mais vibrante. Já as letras passam a trazer maior fluidez, sem serifas e interagindo com o visual. O conceito passa também a ser desdobrado para todo o portfólio da marca, guiados por um brand book desenvolvido pela CBA B+G que abrange outras versões de produtos e todos os pontos de contato.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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