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Itaú leva ação de fim de ano para o metaverso

O desafio #2022EmUmaPalavra do Itaú Unibanco foi transportado para o metaverso. O banco acaba de anunciar a evolução da sua ação para explorar o conceito e a mensagem de fim de ano em um formato especial para o público gamer. Inicialmente pensada para o mundo real, a iniciativa estará também na Cidade Alta, servidor de RolePlay da Outplay, que é o maior e mais assistido da América Latina.
Cinco grandes nomes da Cidade Alta foram convidados a participar: Bruno PH, Paty Landim, TTony, Vovo e Boy. Eles ativarão a hashtag trazendo uma palavra para seus respectivos avatares no servidor e em seus perfis nas redes sociais. Assim como aconteceu na ação original, os outdoors do servidor também contarão com peças virtuais que seguem a mesma linha criativa das do mundo real. A ação do metaverso foi idealizada em parceria com a DRUID, agência gamer do Itaú.
“Ao longo desse ano, fizemos uma série de projetos com a comunidade de games e esports e, para fechar 2021, queríamos promover algo especialmente para ela. Por isso, optamos por trazer para um metaverso a extensão e integração dos mundos real e virtual. O #2022EmUmaPalavra está acontecendo em diversos ambientes, especialmente nas ruas da cidade através do uso de propriedades de mídia exterior. Sendo assim, quase que em uma lógica de mídia interior dentro do Cidade Alta, estamos convidando a todos a participar dessa corrente positiva que criamos para a chegada de 2022, ampliando o alcance dessa iniciativa e mostrando que games, metaverso e afins são grandes fios condutores de integração e conexão de diferentes mundos. Estamos muito orgulhosos do que construímos nesse ano e muito mais ainda está por vir”, comenta Robson Harada, superintendente de Growth Marketing do Itaú Unibanco.
A iniciativa #2022EmUmaPalavra foi idealizada pela agência SOKO e conta com Cacai Bauer, Tode Crespa, Jean Paulo Campos, HttPedro e Isís Martins no time de creators que faz parte do movimento no mundo real, e consiste no envio de vídeos divertidos, inusitados e surpreendentes para serem destaque em mobiliários urbanos.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







