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Intimus lança plataforma de engajamento “Kira” e se aproxima ainda mais das consumidoras

Para facilitar a jornada de meninas e mulheres que estão vivendo um período de descobertas com seu próprio corpo após a primeira menstruação, Intimus®, marca de cuidados femininos da Kimberly-Clark, lança o web app Kira, uma plataforma de conteúdo que reúne informação sobre saúde íntima feminina, bem-estar e sexualidade.
A plataforma, que é fruto de pesquisas da marca para entender como meninas e mulheres abordam e enxergam a região íntima e o que buscam de informações sobre esse tema, faz parte da estratégia de Intimus de incentivar cada vez mais a evolução da mulher na sociedade e a forma de se relacionar com seu ciclo, questionando os estigmas impostos pela sociedade para ser o que ela quiser, menstruada ou não.
“Com Kira, queremos ampliar o relacionamento com as consumidoras, gerando conexão, compartilhando conteúdo informativo e serviços a um clique. Além disso, o web app também é uma forma de estabelecermos um canal direto e transparente com as nossas consumidoras que, além de acompanhar seu ciclo menstrual por meio de um calendário personalizado, ainda poderão comprar nosso portfólio com comodidade e descontos exclusivos”, destaca Lillian Dakessian, líder das categorias de Cuidados Femininos e Adultos da Kimberly-Clark Brasil.
Segundo dados da pesquisa “Os Estigmas da Vagina” (2020), feita por Intimus em parceria com Nielsen Brasil e Troiano Branding, com mulheres de 16 a 45 anos, no processo de descobertas, a menstruação aparece como o momento que gera estranheza, incerteza, curiosidade, dor, medos e provoca a abertura de diálogos ou uma busca mais intensa sobre a anatomia e a sexualidade femininas. Por isso, a marca quer ser ainda mais relevante na jornada de saúde e bem-estar com Kira: 50% das entrevistadas revelam ter interesse em ler sobre as partes íntimas do corpo e o período menstrual para entender melhor como funcionam.
Nesse sentido, a ferramenta tem como objetivo atuar como um ecossistema de diálogo mútuo em que as consumidoras poderão tirar dúvidas sobre diversos momentos do desenvolvimento da mulher, como a primeira menstruação, acessar um calendário para acompanhar o ciclo menstrual, recebendo relatórios personalizados com informações, por exemplo, sobre o período de ovulação e previsão sobre a próxima menstruação para deixar o período de autoconhecimento ainda mais completo, além de acessar conteúdos exclusivos e produtos da marca para diferentes ocasiões de uso.
“Kira será praticamente uma amiga mais experiente, que transmite segurança e conhecimento em temas que as meninas que entraram na puberdade ainda estão se descobrindo. Será o local para tirar dúvidas, enviar perguntas, ou seja, entender mais sobre os ciclos sem estigmas. Queremos estreitar ainda mais a conversa com as nossas consumidoras mais jovens e, de forma ainda mais próxima, influenciá-las positivamente nessa jornada de conhecimento a respeito da menstruação e saúde íntima”, diz Lillian.
A novidade faz parte do processo de transformação digital da Kimberly-Clark no qual Kira é uma plataforma de engajamento do consumidor que faz parte de uma dessas etapas.
A Ogilvy é responsável por toda a estratégia de Customer Experience, Conteúdo e Ativação do ecossistema digital de Kira, desenvolvendo o plano de lançamento e sustentação, através dos canais de CRM e Mídia Digital.
Já a a Green Park Content (GPC), empresa global especializada em SEO-Driven Brand Publishing, é responsável por todo o aspecto técnico, bem como a estratégia e implementação de SEO, desenvolvimento do plano de conteúdo e abordagem editorial para o ecossistema digital de Kira, visando o melhor engajamento com o target.
O lançamento do web app Kira também conta com a ativação de PR liderada pela agência PROS, responsável pela curadoria de influenciadores.
POR DENTRO DE KIRA
De origem russa, “kira” significa “liderança” e reforça a assinatura da marca, “Menstruada ou não, ela pode”, que busca dar luz às conquistas femininas e desmistificar as percepções negativas da sociedade referentes à menstruação. Além disso, Kira, que é um nome universal, também estará disponível em outros países da América Latina nos quais a marca está presente.
Para chegar ao formato ideal e conversar com adolescentes que estão iniciando no universo de saúde íntima com a chegada da menarca ou que já vivem seus ciclos há alguns anos, o projeto começou a ser desenvolvido em 2019 e contou com a participação de um time especializado da Kimberly-Clark no Brasil e na América Latina.
Intuitivo, Kira permite que as consumidoras se cadastrem gratuitamente e tenham acesso a um calendário menstrual personalizado, além de encontrar em um único espaço informação confiável e conteúdo acolhedor sempre atualizado de forma dinâmica.
O canal conta com editorias de conteúdo que contemplarão assuntos de interesse para meninas e mulheres e informações não só sobre como manter a saúde íntima em dia e entender melhor o corpo e a sexualidade, mas também aborda temas atuais, como empreendedorismo feminino, saúde emocional e pobreza menstrual.
Além disso, será possível acessar todos os produtos do portfólio de Intimus e obter descontos exclusivos.
Para ter acesso ao conteúdo de Kira, basta se cadastrar gratuitamente em www.kira.intimus.com.br.
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








