Empresa
Intimus cria festival de vídeos sobre saúde íntima e sexualidade

Para se comunicar e se aproximar ainda mais de meninas da nova geração, Intimus, marca de cuidados femininos da Kimberly-Clark Brasil, lança o Curta o Ciclo: um festival de vídeos para falar sobre saúde íntima, autocuidado, sexualidade e dignidade menstrual de forma leve e informativa.
A iniciativa, assinada pela agência PROS, faz parte da comunicação da linha Intimus com tecnologia Antibacteriana e Defesas Naturais, que conta com Absorvente menstrual e Protetor Diário Intimus® com Tecnologia Antibacteriana, ambos com ação preventiva contra a proliferação de 99% de bactérias [1]no produto, sem causar desequilíbrio à flora vaginal, além do Sabonete Líquido e dos Lenços Umedecidos Defesas Naturais, que proporcionam sensação de frescor e toque suave à pele e preservam as defesas naturais da região íntima.
Para o Curta o Ciclo, Intimus® convidou cinco coletivos femininos de audiovisual: Negritar (PA), Movielas (DF), Garotas do Motion (SP), Arco-Íris (RS) e Olhos Abertos (BA), cada um representando uma região do Brasil, para fazer um recorte sobre a percepção de meninas sobre sexualidade, conhecimento sobre a ppk, autocuidado íntimo, ciclos e cuidados e dignidade menstrual. Os temas serão transformados em vídeos de curta-metragem, inspirados em dúvidas e depoimentos de consumidoras, e serão postados nas redes sociais de Intimus® (@intimusoficial) e dos coletivos ao longo da campanha.
O passo a passo, desde o processo de escuta, aprendizagem e criação até o lançamento da versão final dos curtas dos coletivos, será compartilhado nos canais da marca e do squad de influenciadoras, que atuarão como madrinhas de cada coletivo. Participam a gamer paulista Bibi Tatto (@bibitatto, representando o Sudeste), a apresentadora maranhense Thaynara OG (@thaynaraog, representando o Nordeste) e as influenciadoras: a goiana Camila Pudim (@camilapudim, representando o Centro-Oeste), a paraense Theulyn Reis (@theulynreis, representando o Norte) e a gaúcha Luana Carvalho (@lxccarvalho, representando o Sul).
“Temos atuado cada vez mais com ações para ajudar a levar conteúdo sobre saúde íntima em uma linguagem democrática e própria da geração Z. Nesse sentido, ouvir as necessidades dessas meninas e colocá-las em um espaço de troca e protagonismo é importante para, de fato, impactarmos no progresso diário delas. Por isso, damos continuidade ao posicionamento #EuSouUmNovoCiclo, campanha de Intimus® lançada em 2021, e à comunicação da linha Antibacteriana e Defesas Naturais, que no último ano contou com o SAC da PPK, uma hotline produzida com conteúdo colaborativo a partir de dúvidas sobre autocuidado e sexualidade de meninas de todo o Brasil. Agora, com o Curta o Ciclo, teremos um festival de vídeos produzidos 100% por mulheres”, destaca Marina Reis, gerente de marketing de Intimus®.
A campanha conta com uma série de ações educacionais e de entretenimento até o mês de maio. Serão feitos live, workshop e conteúdos nas plataformas digitais de Intimus® até chegar na veiculação dos cinco vídeos. A estratégia da marca e o planejamento de mídia são liderados pela agência Ogilvy, e o plano de PR é da agência PROS, responsável pela criação do Curta o Ciclo e por ativações, curadoria e conteúdo do time de influenciadoras.
Os vídeos do Curta o Ciclo serão lançados a partir do dia 16 de maio no Instagram, YouTube e Facebook de Intimus®, dos coletivos e das madrinhas influenciadoras.
Empresa
2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
Empresa
Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








