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Internacional Shopping inaugura exposição inédita “Do Macaco ao Homem – Transições”

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Internacional Shopping inaugura exposição inédita “Do Macaco ao Homem - Transições”

Museu Catavento, museu de ciências da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, leva a exposição inédita “Do Macaco ao Homem”, ao Internacional Shopping. A mostra acontece durante o mês de outubro, e todos poderão aprender e explorar um pouco mais sobre a Evolução Humana.

Ancorada num acervo notável de réplicas de crânios dos nossos ancestrais e de ferramentas de pedra, a exposição de fácil visitação foi concebida pelo Museu Catavento em parceria ao Instituto de Estudos Avançados-USP. A curadoria é de Walter Neves, do IEA-USP, que possui grande experiência em divulgação científica para o grande público, e traz em sua bagagem a concepção de inúmeras exposições museográficas.

A mostra “Do Macaco ao Homem – transições” trata do processo evolutivo humano, desde os primeiros bípedes, datados em 7,0 milhões de anos, até o surgimento do Homo sapiens (homem moderno), há cerca de 200 mil anos. A exposição não possui um circuito obrigatório de visitação e é composta por 5 módulos independentes, são eles: Evolução da Bipedia, Evolução Craniana, Evolução da Fisionomia, Evolução do Tamanho do Cérebro e Evolução da Tecnologia da Pedra Lascada.

Um dos pontos altos é a reconstituição facial dos nossos ancestrais, mostrando como eles eram quando vivos. Além disso, ao percorrer a exposição, o visitante poderá tirar fotografias entre a reconstituição in vivo e o esqueleto completo de Lucy, que foi encontrada na Etiópia em 1974/1975, ela pertence à espécie Australopithecus afarensis e é datada de 3,2 milhões de anos, sua descoberta revolucionou os estudos sobre o tema.

A participação é gratuita e indicada para qualquer idade. Crianças de até 12 anos devem estar acompanhadas pelos responsáveis. A exposição é apenas um pouco do que pode ser visto em uma visita ao Museu Catavento.

O evento seguirá todos os protocolos indicados pelas autoridades sanitárias, por isso para participar é obrigatório o uso de máscaras. O local ainda contará com álcool 70% em gel à disposição dos participantes e realização de limpeza constantemente. Durante a permanência no evento os visitantes também serão orientados a manter o distanciamento de 1,5 m uns dos outros.

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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

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Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.

A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.

A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.

A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.

“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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