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InstaFiltro desenvolve filtros de realidade aumentada que viralizam no Instagram

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O trocadilho é inevitável: enquanto o jogador Neymar se preparava para levar o Paris Saint-German Football Club (PSG), pela primeira vez em 50 anos, para a final da Champions League, a mais prestigiada competição entre clubes europeus, a InstaFiltro comemorava um gol de placa. A convite do time do Esporte Interativo, a empresa foi contratada pela Turner Brasil, o mundialmente renomado grupo de transmissão em TV a cabo, para criar a realidade aumentada da campanha #OPaiTaOn no Instagram, que viralizou no Brasil e também na França.

Criada em plena pandemia, a InstaFiltro entendeu que os filtros de Instagram não eram somente assunto de jovens desenvolvedores, que entraram nesse segmento por hobby e curiosidade. A realidade aumentada é, na visão da empresa, uma ferramenta genuína para criar experiência do consumidor com a comunicação das marcas. “Ela te permite fazer com que seu público seja protagonista da sua comunicação, o que gera um engajamento enorme”, avalia Henrique Sassi, fundador da InstaFiltro. Foi exatamente o que aconteceu com a campanha #OPaiTaOn, feita com a Turner Brasil. O filtro que trazia o corte moicano, símbolo de sorte do jogador Neymar, e os óculos Juliet viralizou em imediatamente. Em menos de 10 dias acumulou mais de 100 milhões de visualizações. Organicamente influenciadores do universo artístico e do esporte foram vistos usando o recurso em suas redes sociais. Além do próprio Neymar, da lista de famosos que aderiram ao filtro constam MC Bin Laden, Nego do Boréu, Tiaguinho, Rafael Zulu e Thiago Silva, entre outros amigos do craque.

O apresentador Gastão Moreira foi o primeiro a ver os resultados das criações da InstaFiltros render milhares de views. A conta @kazagastao no Instagram reúne em torno de 70 mil seguidores e em menos de dois meses, foram registrados mais de 3 milhões de visualizações dos filtros inspirados nos temas de interesse do público-alvo, a exemplo das bandas AC/DC, Nirvana e do músico Robert Smith, entre outros ícones do rock.

A Rádio 89FM e o músico Paulo Ricardo (ex-RPM) também aproveitaram o período de degustação da InstaFiltro. Os primeiros clientes chegaram por solicitação de agências que buscavam a solução para incluir nas estratégias de comunicação nas redes sociais. A farmacêutica Galderma, AME Digital, MRV Engenharia e a Associação Brasileira de Cafaléia em Salvas e Enxaqueca (Abraces) também estão no portifólio da empresa.

A empresa, que desenvolveu as primeiras campanhas a título de cortesia, acaba de abrir escritório em Londres, com um sócio local. O objetivo agora é transformar a InstaFiltro em referência global na criação de realidade aumentada para redes sociais.

Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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