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Ingresse muda logomarca e desenvolve categoria #FiqueEmCasa em ação contra disseminação do coronavírus

Iniciativa da principal plataforma de entretenimento ao vivo do Brasil surge para incentivar que as pessoas evitem contato físico e, consequentemente, o avanço da doença no país
Ingresse, principal plataforma de entretenimento ao vivo do país, aderiu diferentes iniciativas de conscientização sobre a pandemia de coronavírus. A logomarca original, que tem dois tickets interligados, deu espaço à formação de um coração, resultado da separação dos tradicionais itens azul e laranja. A campanha “Separados, mas juntos” tem o propósito de desejar dias melhores e empatia ao próximo. “A distância só vai aumentar ainda mais nosso amor e nossa vontade de que tudo isso passe. Novos tempos virão e a festa será ainda mais bonita. Por enquanto, nossa recomendação é que nossos usuários se cuidem, cuidem de quem amam e ajudem como puderem”, destaca Gabriel Benarrós, CEO e fundador da Ingresse.
O isolamento social promovido pela Organização Mundial da Saúde modificou drasticamente o comportamento humano e, no setor de entretenimento, levou ao cancelamento e adiamento de inúmeros eventos. Essa atitude evita a aglomeração de pessoas e atende as orientações de prevenção do MInistério da Saúde. Diante desse cenário, a plataforma, que reúne aproximadamente 400 eventos por mês, buscou se manter um canal relevante na busca por entretenimento de qualidade mesmo em tempos de pandemia e encontrou nos diversos conteúdos online a oportunidade.
A onda dos lives está cada vez mais forte, em diferentes temas e segmentos. Para facilitar a vida de quem se interessa por essas ações, a marca reuniu alguns desses conteúdos em um único lugar. A nova categoria denominada #FiqueEmCasa atuará como uma agenda cultural e tem o objetivo de ajudar a base de usuários a se programar com eventos virtuais gratuitos que estão rolando nesse movimento global solidário. “A ideia é ajudar todas as pessoas que estão ficando em casa com uma agenda gratuita no mundo online”, conclui Benarrós.
A divulgação é cedida de forma gratuita na plataforma e abraça diferentes conteúdos e universos, como shows, treinos, meditação, yoga, arte e design, tutoriais de culinária, talks, discussões, cursos, etc. Para cadastrar o evento, basta enviar um mensagem no direct do instagram @ingresse com as informações do evento.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








