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HyperX anuncia patrocínio à Red Bull Racing Esports

A HyperX acaba de anunciar uma parceria com a Red Bull Racing para ser sua nova patrocinadora oficial de periféricos. Com o objetivo de proporcionar uma real vantagem competitiva e levar as corridas de eSports a um novo patamar, o acordo prevê que os jogadores da Red Bull Racing Esports passem a usar os mouses e teclados da marca, bem como os premiados headsets Cloud para treinar e competir. Além disso, a marca HyperX estará estampada nos materiais da equipe e na pintura dos carros virtuais da Red Bull Racing.
Ao longo dos últimos anos, a HyperX construiu uma excelente reputação entre as comunidades gamer de todo o mundo criando periféricos de qualidade que melhoram a experiência in-game e proporcionam conforto e desempenho aos jogadores para que permaneçam atentos e focados durante todas as partidas, seja em uma corrida virtual de 30 minutos ou de seis horas, por exemplo.
“A Red Bull é um parceiro de longa data da HyperX, seja em eventos ou competições, e incluir o patrocínio à equipe Red Bull Racing Esports foi um passo natural para as marcas”, disse Paul Leaman, vice-presidente da HyperX EMEA. “Existe muita sinergia entre as parceiras, já que a Red Bull ‘dá asas’ a pessoas e ideias, e a HyperX é movida pela paixão à cultura gamer e ao empoderamento de cada jogador para alcançar o seu melhor.”
A linha de headsets Cloud da HyperX oferece mais do que alta qualidade sonora, também são leves e extremamente confortáveis graças à tecnologia Memory Foam das espumas de alta densidade das conchas auriculares e nas hastes do headset.
“Estamos extremamente orgulhosos com o crescimento e sucesso de nossa equipe de esportes eletrônicos, o que nos permite estabelecer parcerias com marcas líderes de mercado neste segmento”, disse Oliver Hughes, diretor de marketing da Red Bull Racing Honda. “Competir em uma variedade tão grande de modalidades de simulação de corrida exige foco e a concentração absolutos, seja nos treinos ou nas competições. Nossos pilotos recebem uma quantidade enorme de informações de áudio e vídeo muito rapidamente e precisam reagir na hora, sem distração. Ter os periféricos certos é crucial e nossa nova parceria com a HyperX reforçará a experiência de áudio dos atletas e a competitividade durante as corridas de simulação.”
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








