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Huggies celebra o Mês do Abraço com animação 3D inédita

Huggies®, marca da Kimberly-Clark, que oferece uma solução completa de cuidado com bebês e tem o “abraço” em seu nome – mistura de “Hug” (abraço) com “Babies” (bebês) –, apresenta comunicação que comemora a data que carrega sua essência e seu posicionamento e reforça sua nova coleção com os personagens da Disney®.
E, para se conectar com as famílias e traduzir a importância do abraço nessa jornada entre pais, mães e seus bebês, a marca aposta em um formato inédito ao trazer como principal peça da campanha um vídeo em animação intitulado “O Som do Abraço”, o primeiro desses mais de 20 anos de história de Huggies no Brasil.
A animação aborda a emocionante jornada de dois corações, o da mãe e o do bebê, desde o útero até se encontrarem frente a frente em um primeiro abraço. Além disso, conta com canção original, composta por Elisa Gatti, compositora e criadora do projeto @maemusical, feita especialmente para o filme e interpretada por Victoria Kühl, que emprestou a voz à personagem ‘Querida’ na produção Disney ‘A Dama e o Vagabundo’.
Para Henrique Melo, Gerente de Marketing de Huggies, a comunicação do Dia do Abraço da marca visa inspirar as famílias a compartilharem o abraço, mesmo que virtual, e a espalharem uma emoção forte e genuína, valorizando o som do coração. “Huggies acredita fortemente no poder do abraço como gesto de amor; um elemento essencial e encorajador para o desenvolvimento de bebês e crianças. Os abraços nos inspiram a criar novas soluções e produtos inovadores para as famílias. Por isso, valorizamos muito essa data e fazemos questão de celebrar, neste ano, com uma animação e música emocionantes para abraçar ainda mais as famílias”, diz.
Repleto de simbologias e elementos lúdicos, o filme que lidera a campanha é criado pela Accenture Interactive e produzido pela Zombie Studio. As ativações comemorativas ainda contemplam o podcast “O Poder do Abraço”, um bate-papo criado pela agência PROS com influenciadores e especialista médica; uma playlist colaborativa no Spotify (https://open.spotify.com/playlist/0NMq8Vme3P3lJfn5vX5ngI?si=ZXeIxvjPRGy0FFYvqpH8ng&nd=1); além de ações com influenciadores e conteúdos sobre a data nos canais digitais de Huggies.
Todas as ações do Mês do Abraço carregam “De todo abraço nasce uma conexão mágica”, assinatura adotada para a nova linha de produtos licenciados com Disney no Brasil, e estão disponíveis na landing page www.maisabracos.com.br/osomdoabraco.html.
DE TODO ABRAÇO NASCE UMA CONEXÃO MÁGICA
Inspirada na magia da Disney, a animação “O Som do Abraço” reforça a nova linha de produtos de Huggies no Brasil com os personagens da Disney e reflete a conexão do abraço nos corações batendo frente a frente na maternidade, em uma jornada emocionante do encontro de dois corações: o da mãe e o do bebê. O filme traz ainda cenas de Mickey e Amigos e Winnie the Pooh, reforçando essa conexão mágica entre as famílias e, para celebrar essa conexão também entre as marcas, se criou uma animação que será lançada no Dia do Abraço.
A comunicação da animação da campanha contempla veiculação de filmes em canais de TV fechada e ação de merchandising exibida no programa É de casa, da TV Globo, no dia 22 de maio.
CONEXÕES MUSICAIS E O PODER DO ABRAÇO
Desde a descoberta da gestação, a maternidade e a paternidade vem acompanhada de uma série de momentos únicos, de abraços, descobertas e emoções. Pensando nisso, Huggies apresenta um episódio inédito de podcast em seu canal no Spotify, “O Poder do Abraço”.
Com convidados especiais (um dos embaixadores, músico e compositor, Paulo Castagnoli; as hostess do Contente.vc, Daniela Arrais e Luiza Voll; e a pediatra Bruna Briones, uma das especialistas da marca), a conversa descontraída aborda diferentes perspectivas sobre a importância dos abraços na relação entre mães, pais e filhos e traz dados de conexões e pesquisas sobre abraços e batimentos do coração como acolhimento, mesmo após o nascimento do bebê.
Além disso, o time de embaixadores Huggies 2021, que envolve influenciadores digitais e celebridades, amplifica as ações da marca para o Mês do Abraço nas redes sociais. O PR da campanha fica por conta da agência PROS, assim como a curadoria, contratação e execução dos projetos com os influenciadores.
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.








