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Hotéis Grand Hyatt São Paulo e Grand Hyatt Rio de Janeiro lançam campanha social “União Solidária”

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Para minimizar parte dos inúmeros impactos causados pela pandemia da Covid-19, a marca envolve colaboradores, parceiros e clientes em ações de apoio à comunidade local

Nunca a frase “Juntos, somos mais fortes” fez tanto sentido. Tendo como foco a melhoria da qualidade de vida daqueles que estão sofrendo os mais graves impactos da pandemia, os hotéis Grand Hyatt São Paulo e Grand Hyatt Rio de Janeiro desenvolveram uma série de iniciativas sociais de suporte à comunidade:

– Doação de alimentos e produtos de higiene: O Dia de Doar Agora, comumente comemorado no mundo inteiro na data de 01 de dezembro, foi antecipado para o dia 05 de maio. Com isso em mente, no dia 08 de maio, sexta-feira, os colaboradores do hotel de São Paulo farão um mutirão, em conjunto com o grupo Brooklin Ação Social, para doação de marmitas, produtos de higiene e roupas. Os alimentos foram doados pelas empresas Empório Mix, Daniella Alimentos e Qualimpor, e os produtos de higiene, pela Granado. As roupas, que fazem parte das doações recebidas pelo Institutos Ninho Social e Human, serão todas higienizadas na própria lavanderia do hotel para chegarem com o máximo de segurança para a população. A iniciativa visa ajudar as pessoas, localizadas nos bairros do Brooklin e Santo Amaro, que estão em situação de vulnerabilidade social.

Para aumentar a abrangência, o hotel colocará, a partir da próxima semana, duas caixas de doação em frente à porta de entrada para que os passantes possam também doar por meio do sistema de “drive-thru”. A cada 1 Kg de alimento não perecível ou um produto de higiene doado, o doador receberá uma máscara de proteção.

Já o hotel Grand Hyatt Rio de Janeiro doou o total de 1,2 tonelada de alimentos e bebidas para ONGs parceiras, como a Gastromotiva, Vida Feliz e para o projeto Aldeias Infantis, que oferece atividades de fortalecimento familiar e comunitário para crianças da Zona Oeste do Rio de Janeiro.

– Voucher do bem: em uma ação que visa envolver ainda mais seus consumidores, os dois hotéis irão disponibilizar, a partir do dia 15/05, vouchers para serviços de Day Use, hospedagem e restaurantes, que poderão ser utilizados até junho de 2021. O lucro da venda dos vouchers será repassado para o Fundo Emergencial para a Saúde, cujos recursos serão revertidos para entidades que estão na linha de frente do combate à pandemia da Covid-19 e usados para compra de equipamentos hospitalares, testes rápidos e máscaras descartáveis.

“Acreditamos que, neste momento tão desafiador para todos nós, precisamos nos manter unidos e promover iniciativas que garantam maior bem-estar para a nossa população”, afirma Eduardo Bressane, Gerente Geral do Grand Hyatt São Paulo. Para Laurent Ebzant, Gerente Geral do Grand Hyatt Rio de Janeiro, “Nosso objetivo é formar uma corrente positiva para que todos possam estar melhor preparados para enfrentar as dificuldades. Temos convicção de que tudo vai passar”, afirma.

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Nissin promove “Batalha de Sabores” para disputar a preferência do consumidor em campanha multiplataforma

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A Nissin Foods do Brasil acaba de lançar a “Batalha de Sabores”, uma ofensiva estratégica de marketing que coloca frente a frente três de seus produtos mais icônicos na versão Galinha Caipira: Nissin Lámen, Cup Noodles e Nissin Yakissoba U.F.O.. A iniciativa visa não apenas ampliar a visibilidade e a penetração do portfólio, mas também reforçar a lembrança de marca ao convidar o público a eleger qual formato do sabor favorito dos brasileiros merece o título de líder.

A narrativa da campanha utiliza o storytelling por meio dos personagens das marcas para destacar os atributos competitivos de cada item. Enquanto o Nissin Lámen foca na versatilidade do preparo caseiro, o Cup Noodles destaca a praticidade do consumo on-the-go e o Nissin Yakissoba U.F.O. aposta na intensidade de sabor como seu principal diferencial.

A partir do dia 23 de fevereiro, a estratégia de live marketing digital entra em uma fase de “modo invasão” nos perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil. A dinâmica prevê que os personagens batalhem entre si em uma série de conteúdos interativos, contando ainda com o reforço de um time de influencers para gerar proximidade e conversas com a audiência.

“Sabemos que Galinha Caipira é o sabor preferido dos brasileiros. Com a Batalha de Sabores, mostramos como cada produto entrega uma experiência diferente dentro do universo dos macarrões instantâneos e convidamos o público a escolher o seu favorito”, explica Ana Fossati, gerente de marketing da Nissin Foods do Brasil.

Para Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative, a ação eleva um conceito tradicional da marca a um novo patamar de execução. “A Batalha de Sabores é um clássico do universo Nissin. Só que, desta vez, não ficamos apenas no sabor. Acrescentamos novas texturas à disputa, cruzando linguagens e códigos para deixar a comunicação tão irresistível quanto o produto”, afirma o executivo.

Com veiculação prevista até o dia 15 de março, a campanha marca presença em um ecossistema digital robusto, englobando Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai, garantindo que a disputa atinja diferentes perfis de consumidores em seus respectivos ambientes de lazer e entretenimento digital.

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Smartphones não precisam ouvir conversas para prever desejos, aponta especialista em dados

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Uma cena recorrente no cotidiano digital alimenta uma das maiores teorias da conspiração da atualidade: após uma conversa em voz alta, sem qualquer busca ativa, o usuário é impactado por um anúncio sobre o exato tema discutido. A sensação de vigilância é real e confirmada por estudos, como o da Universidade de Amsterdã, que aponta que a falta de compreensão sobre a coleta de dados gera especulações sobre uma possível “escuta” via microfone. No entanto, para especialistas do setor, a realidade tecnológica é ainda mais sofisticada — e menos cinematográfica.

Caio Motta, cofundador da Elementar Digital e especialista em marketing de performance, afirma que as plataformas não precisam do áudio para serem precisas. “Trabalho há mais de uma década com marketing de performance e dados. Posso afirmar com segurança que as plataformas não precisam do seu microfone porque elas têm algo muito mais poderoso”, explica. O segredo reside no machine learning e na capacidade de predição de gigantes como Google e Meta, que analisam múltiplas camadas de comportamento para antecipar desejos.

A engenharia por trás da “coincidência”

O rastreamento vai muito além do histórico de buscas. Envolve uma cadeia de correlação que inclui o endereço IP, conexões Wi-Fi e o comportamento de pessoas próximas. “Se sua esposa pesquisou colchões, o algoritmo sabe que vocês dividem o mesmo endereço e estão relacionados. Não precisa de microfone para conectar esses pontos”, pontua Motta.

Soma-se a isso o compartilhamento de dados offline. O tradicional CPF informado na farmácia em troca de descontos conecta compras físicas ao perfil digital. Assim, a compra de um suplemento na terça-feira pode disparar, na quinta, anúncios de roupas de ginástica ou aplicativos de exercícios, criando a ilusão de que o celular “ouviu” um plano de treino.

O viés de confirmação e o mercado de R$ 38 bilhões

O fenômeno psicológico conhecido como viés de confirmação completa a experiência. Em meio a centenas de anúncios ignorados diariamente, o cérebro registra apenas aquele que coincide com uma conversa recente, descartando os “erros” do algoritmo.

Esse ecossistema move cifras bilionárias. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu R$ 37,9 bilhões em 2024, segundo o Digital AdSpend 2025 do IAB Brasil. “Esse dinheiro não se sustenta em conspiração, se sustenta em resultado mensurável”, ressalta o executivo. Para ele, embora a personalização ajude pequenas empresas e facilite a descoberta de produtos, ela exige vigilância ética contra práticas discriminatórias de segmentação.

Literacia digital e privacidade

Motta destaca que o maior risco à privacidade muitas vezes não vem das grandes empresas auditadas e sujeitas à LGPD, mas de aplicativos menores e data brokers obscuros que solicitam permissões abusivas. A recomendação para quem busca limitar o rastreamento inclui o uso de navegadores focados em privacidade, como o Brave Browser, e a revisão constante de permissões de aplicativos.

“Entender como a publicidade digital funciona virou alfabetização básica para qualquer pessoa conectada”, finaliza Caio Motta. “É uma realidade muito menos cinematográfica, mas, mesmo sem ouvir, os algoritmos sabem muito sobre você e fazem isso com o seu consentimento, escondido naqueles termos de uso que ninguém lê”.

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