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Heineken 0.0 apresenta “Brindar sem álcool. Agora você pode”

Heineken 0.0 apresenta no Brasil sua nova campanha intitulada “Brindar sem álcool. Agora você pode”. O filme quebra estereótipos e incentiva a inclusão ao trazer a mensagem que todas as pessoas podem compartilhar momentos especiais juntos, independente de terem em mãos uma bebida alcoólica ou zero álcool.
Levando o espectador a uma viagem por cenários que atravessam a história mundial, da era Viking, passando pelos anos 20 em Nova York, até os dias modernos, a película mostra diversos personagens que não bebem álcool e que naturalmente são excluídos do icônico ritual do brinde. Mas então, com a chegada da Heineken 0.0 como uma alternativa de qualidade no segmento de bebida zero álcool, é possível desfrutar diferentes ocasiões em qualquer momento do dia e, claro, participar do emblemático “cheers” coletivo. A trilha sonora especialmente escolhida para embalar esses momentos foi a canção Superstition, gravada originalmente por Stevie Wonder em 1972.
A campanha inclui filmes disponíveis em diferentes formatos e com versões de 74’, 30’ e 15’ segundos, além de peças para redes sociais, banners digitais, OOH, entre outros.
“Parte da sociedade ainda enxerga a recusa pelo consumo de álcool em determinados momentos com maus olhos, partindo da premissa que se a pessoa não está consumindo bebidas alcoólicas é porque ela não quer se divertir junto aos demais. Esse comportamento está mudando com as novas gerações que, assim como a Heineken® 0.0, acreditam que o mais importante é ser autêntico e protagonista de suas escolhas. Por isso, esta nova campanha criativa incorpora as mudanças de atitudes nesse tipo de situação social e reforça a Heineken® 0.0 como a alternativa ideal para acompanhar esses momentos”, conta Gabriel D’Angelo Braz, diretor de marketing da marca Heineken no Brasil.
A Heineken 0.0 é uma bebida destinada para pessoas maiores de 18 anos que apreciam cerveja, mas não necessariamente os efeitos do álcool em determinados momentos do dia. Já disponível em todo o Brasil, ela segue a mesma receita da versão regular da Heineken®, a cerveja premium mais vendida do país: é uma puro malte composta apenas por ingredientes naturais e a exclusiva levedura A.
FICHA TÉCNICA:
Brindar sem álcool. Agora você pode.
HEINEKEN®
Sr. Director Global Heineken® Brand: Bram Westenbrink
Heineken® Communication Director: Daniela Iebba
Heineken® Global Communications Manager: Guilherme De Marchi Retz
Heineken® Digital Director: Rob van Griensven
Heineken® Global Digital Production Manager: Bram Reukers
PUBLICIS ITALY/LE PUB
Global Chief Creative Officer Publicis WW: Bruno Bertelli
Chief Creative Officer: Cristiana Boccassini
Chief Creative Officer: Mihnea Gheorghiu
Global Executive Creative Director: Milos Obradovic
Global Creative Director: Sandra Bold
Art Director Supervisor: Marie Poumeyrol
Art Director: Alex Eftimie
Art Director: Victor Lopez
Senior Copywriter: Rux Drilea
Global Strategy Director: Natasha Wallace
Global Strategy Director: James Moore
Global Data Strategist: Ilko Petkov
Head of TV: Francesca Zazzera
Head TV Production Heineken Global: Mariella Maiorano
Digital Producer: Martina Trozzi
TV Producer: Beatrice Pepe
Le Pub Ams GM/ Global Client Service Director: Eleni Charakleia
Global Client Service Director: Paola Natellis
Group Account Director: Elianne Vermeulen
Account Director: Codruta Arbore
Account Executive: Tinatin Prangishvili
Digital Project Manager: Thiago Tardioli
Production Company: HOBBY FILM
Director: RODRIGO SAAVEDRA
DoP: Pierre de Kerchove
Executive Producer: JOHN GERARD
Producer 24/7: Mariana Mota
Digital Assets:
Production Company: HOBBY FILM
Director: Veronica Von Hünefeld
Executive Producer: JOHN GERARD
Producer 24/7: Mariana Mota
Pills:
Production Company: HOBBY FILM
Director: RODRIGO SAAVEDRA
Executive Producer: JOHN GERARD
Producer 24/7: Mariana Mota
Post Production Company: MPC London
Executive Producer: Dafydd Upsdell
Offline Editor (Director’s cut): Rich Orrick Work Editorial London
Off line Editor: Enrico Munarini
Color Grading: Matthiew Toullet
Associate Creative Director: Gerard Joosten
Executive Creative Director: Rico de Lange
Creative Director: Tanya Ponomareva
Account Director: Charlotte Grotenhuis
Project Manager: Willemijn de Groot
Project Manager: Lea Degove
Digital Producer: Vic Krens
Designer: Jana van der Merwe
Editor: Gerard Milling
Editor: Rocco Tozzi
Post Producer: Christel Heijmans
Supervisor Post Producer: Paulo Pennings
Post Production Company Digital Assets: TAG London
Executive Producer: JOe Billington
Sound Studio: Grand Central Recording Studio London
Head Sound Engineer: Raj Sehgal
Music production company: Sizzer Music Amsterdam
Music supervisor: Michael Bertoldini
Music producer: Michael Bertoldini
Music Licensing: Massive Music Amsterdam
Original Song: Superstition
Key Visuals:
Art Buyer (Prodigious) : Giada Cioffi
Photographer: Row Lawson
Production company: Sfera Production Agency Milano
Executive producer: Miky Vilardo
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








