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Havaianas e Marcos Mion anunciam nova campanha da marca para a Linha Glitter

Das rasteirinhas aos modelos tradicionais de sandálias, Havaianas sempre teve espaço garantido nas casas dos brasileiros, trazendo mais cor e conforto em diversas situações. Marcos Mion, por sua vez, conquistou seu espaço nos lares proporcionando momentos memoráveis na programação da TV, sempre com bom humor e leveza. Se unindo com muito alto astral e estilo irreverente, Havaianas e Mion estrearam na TV se livrando dos clichês e mostrando que a vida pode ser mais divertida com glitter nos pés.
Fugindo das esquetes tradicionais, Havaianas traz o apresentador para dar vida ao conceito da campanha, assim como nas tradicionais propagandas da marca com celebridades. Em contrapartida, um time de artistas e influenciadoras, composto por Thaynara OG, Malía e Thai de Melo Bufrem, se juntam a Mion nas cenas para brincar com o apresentador sobre sua participação na campanha, de um jeito alegre e descontraído.
“Havaianas e o Mion têm tudo a ver. São nomes conhecidos e que carregam leveza e alegria por onde vão. Para nossa campanha optamos por quebrar clichês e, quase que automaticamente, pensamos no Mion para assumir essa missão, afinal, ele vive quebrando clichês com muito bom humor. E pra deixar a campanha ainda mais divertida, a Thaynara G, a Malía e a Thai de Melo Bufrem foram convidadas para dar o toque de brilho que queremos transmitir no lifestyle da marca, afinal, temos uma Havaianas para todo mundo brilhar do seu jeito”, afirma Mariana Rhormens, diretora de Marketing de Havaianas no Brasil.
Rhormens complementa que “quando pensamos no roteiro, foi tudo muito natural para trazer nosso squad à cena e o Mion incorporou seu papel de maneira super leve, parecia que ele já tinha gravado com Havaianas outras vezes”.
“Havaianas é uma marca que faz parte da vida de todo o mundo, literalmente, e que tem uma história tanto com seu produto como na publicidade. A sintonia com o tema foi imediata porque sair do óbvio é parte do meu DNA. Brincar com clichês e contestar o que pode ou não pode é uma constante na minha trajetória. É muito prazeroso quando a campanha é pensada com esse nível de identidade com o artista convidado porque tudo fica infinitamente mais natural e verdadeiro. E ainda tive a alegria de gravar com as queridas Thaynara, Malía e Thai”, afirma Marcos Mion sobre a campanha.
Além da campanha, Mion e Havaianas também vão lançar o primeiro programa de auditório de stories do Brasil, de maneira descontraída, Mion entrevistará as influenciadoras sobre o tema “como se livrar dos clichês”. Em episódios diferentes, Malía, Thaynara e Thai darão dicas de como sair das situações mais inusitadas com muita leveza.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








