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Haribo lança produtos inspirados em Barbie e Hot Wheels, da Mattel

Inspirada nas tradicionais marcas Barbie e Hot Wheels, a Haribo lança uma linha exclusiva de balas de gelatina com novos formatos e sabores, sendo o primeiro licenciamento da marca no Brasil. Com foco em fortalecer sua distribuição e conquistar novos consumidores, a Haribo oferece atrativos formatos que remetem à famosa boneca e aos tradicionais carrinhos. Os novos pacotes trarão sabores inovadores com o objetivo de levar diferencial ao público, de acordo com tendências mundiais da categoria e do segmento.
Sabores como cereja e milkshake, sucesso no mercado global, além de sabores nostálgicos como blue ice, estão na lista dos lançamentos e são parte da estratégia para o Brasil de fortalecimento da marca centenária Haribo, que espera um crescimento anual de 40% ante 2020 e considera a inovação um importante pilar para alcançar estes números.
“Queremos inspirar momentos de felicidade e inovar no Brasil com sabores que são sucesso no mundo e tendência em outras categorias. Para isso, trouxemos o universo dos brinquedos mais famosos do mundo, Barbie e Hot Wheels, em cada detalhe dos produtos. Esses lançamentos irão dinamizar nossas vendas no segundo semestre de 2021 e é a nossa grande aposta para o Dia das Crianças”, enfatiza Alexandre Nedel, diretor comercial da Haribo no Brasil.
Milkshake, cereja e blue ice – “Milkshake” é um sabor que foi inovação da Haribo no mercado europeu com grande aceitação e sua cremosidade é muito apreciada pelo consumidor, sendo um diferencial na categoria. “Cereja” tem se popularizado cada vez mais no mercado, trazendo o frescor da fruta com um toque levemente ácido. Além disso, com a pandemia, sabores nostálgicos ganharam relevância, como o clássico “blue ice”, já que o público tem buscado resgatar momentos vivenciados antes da quarentena.
“O mix de frutas é indiscutivelmente o sabor líder de vendas na categoria. Nossos Ursinhos de Ouro, por exemplo, são o ícone da marca e mais de 160 milhões são produzidos diariamente em todo o mundo. Assim, para complementar o portfólio de Barbie e Hot Wheels era fundamental trazer também a combinação de sabores consolidados da categoria”, diz Alexandre.
A Haribo garante que estes inéditos sabores, dentre outros, estarão a partir de agosto nos pontos de venda, sendo comercializados com o mesmo valor da linha atual. A produção se dá na fábrica da empresa, em Bauru, com capacidade para produção de 10 mil toneladas por ano.
Para tanto, um dos objetivos da Haribo é cada vez mais fortalecer sua capilaridade de distribuição, com grande presença nas regiões de modo que o consumidor encontre os produtos de forma conveniente e fácil.
Segundo dados Nielsen, o mercado brasileiro movimentou aproximadamente 7 mil toneladas de balas de gelatina em 2020 e cresceu 16% no primeiro trimestre deste ano, enquanto a categoria de confeitos de açúcar retraiu 3%.
Apesar do Brasil ser um dos maiores mercados de confeitos do mundo e a categoria de balas de gelatina estar bastante aquecida, o potencial de crescimento ainda é enorme. Atualmente, a média de consumo per capta de balas de gelatina no Brasil está em torno de 50g/ano, enquanto em mercados mais maduros, como o mercado europeu, o consumo é de aproximadamente 400g na Espanha e 4kg, na Alemanha.
Como suporte para esta ambiciosa campanha, a Haribo tem priorizado o trabalho com distribuidores e varejistas e investindo em materiais de ponto de venda, o que promete trazer grande visibilidade e alavancar as vendas para o Dia das Crianças. “Queremos resgatar a alegria e o espírito de celebração. Por gerações, nossos produtos desfrutam de um lugar especial no cotidiano dos consumidores, seja durante a comemoração de ocasiões especiais, no espírito de compartilhar e presentear, reviver memórias de infância ou apenas em uma pausa no dia a dia. Queremos resgatar esses sentimentos positivos e tão necessários para o bem-estar emocional, principalmente no momento atual”, complementa Alexandre.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








