Empresa
Habib’s lança videoclipe com funk inédito para falar de delivery

“Chegou Habib´s” é o mote da nova campanha da maior rede de fast-food genuinamente brasileira. Partindo de um bordão já usado pelos entregadores do delivery das lojas quando chegam ao local da entrega, o videoclipe criado pela Fri.to traz um funk inédito criado exclusivamente para a marca. A ideia é mostrar que tudo fica mais gostoso quando chega o delivery do Habib´s.
“Ao longo do último ano, vimos os pedidos por meio do nosso delivery aumentarem em 30%. Somos pioneiros no delivery no Brasil, começamos ainda nos anos 2000. Trabalhamos para levar cada vez mais conveniência ao consumidor simplificando sua jornada de compra. Hoje, reunimos todos os canais de pedido dentro do nosso App Habib´s, onde o cliente pode escolher pelo delivery ou pedido programado para retirar direto no balcão da loja ou no drive-thru”, comenta Rafael Polachini, superintendente de marketing do Habib´s.
Em um período que a importância do ficar em casa ainda está presente no dia a dia das pessoas, a rede de fast-food destaca a força do seu delivery. O videoclipe mostra que dá para curtir muitos momentos acompanhados das Bib’sfihas favoritas. Cheio de movimento, dança e funk, “Chegou Habib’s” é um filme que conecta pessoas para celebrar os momentos de alegria.
“Com os entregadores naturalmente se apresentam dizendo “Chegou Habib’s”, foi o que bastou para a equipe de criação da Fri.to embalar na concepção e construção deste videoclipe do início ao fim. Nosso objetivo foi criar uma música tão chiclete e um filme tão contagiante a ponto de ser lembrado todas as vezes que o delivery do Habib’s chegar na casa dos brasileiros. E acredito que conseguimos alcançar esse objetivo com um videoclipe pra lá de especial”, diz Marina Ferraz, head de criação da Fri.to.
Ficha técnica #ChegouHabibs
Marina Tumolo
HEAD DE OPERAÇÕES
Fernanda Botti
HEAD DE ATENDIMENTO
Marina Ferraz
HEAD DE CRIAÇÃO
Bruno Gomes
DIRETOR DE ARTE
Nathália Schiavetti
REDATORA
Carolina Turrisse
ASSISTENTE DE ARTE
Danilo Berber
HEAD DE PLANEJAMENTO
Giovanna Dias
COORD. DE MÍDIA
Tamara Ribeiro
COORD. DE MOTION
Izilda Moura
PRODUTORA EXECUTIVA
PRODUTORA DE SOM: MRG
MAESTRO: Greg
PRODUTORA: Ovo Films
DIREÇÃO: Ricardo Camargo
Empresa
TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
Empresa
Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








