Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Guaraná Antarctica convoca todos os brasileiros a se tornarem sócios na comemoração dos 100 anos da marca

Publicado

em

Guaraná Antarctica convoca todos os brasileiros a se tornarem sócios na comemoração dos 100 anos da marca
Remendar a sandália com prego, abrir a geladeira só pra ficar pensando na vida ou achar que aquele pote estava repleto de sorvete quando, na verdade, era feijão. Quem já vivenciou alguma dessas experiências está convocado para virar sócio ou sócia de Guaraná Antarctica, justamente no ano em que ele completa 100 anos de muita brasilidade. Afinal, se Guaraná Antarctica é feito com o melhor do Brasil, a criatividade do nosso povo não poderia ficar de fora dessa comemoração.

E as vagas já estão abertas, a partir de hoje, na plataforma de cocriação oficial do centenário. Lá, os consumidores podem se tornar sócios dos 100 anos da marca com um simples cadastro e, a partir de então, começar a co-criar e decidir o futuro da marca em 2021, participando de ativações, criando novas promoções e ganhando a possibilidade de garantir um pé de meia. Logo na entrada do programa, alguns sortudos serão bonificados com R﹩1.000 e, todos os cadastrados, beneficiados com 30% de desconto na compra de produtos do portfólio pelo aplicativo de bebidas Zé Delivery*.

Entre os desafios, as sócias e sócios dos 100 anos de Guaraná Antarctica precisarão sair da caixinha para escolher o novo bordão do Coisa Nossa, o maior canal de uma marca nacional no Youtube. Quando o assunto é promoção, as cinco melhores ideias serão colocadas no ar e, seus criadores, além de ganhar um ano de naná, atacarão de garotas ou garotos propaganda em um filme para a marca.

“Guaraná Antarctica é uma marca brasileira e, no ano em que atingimos um marco importante dessa trajetória, nada mais justo do que compartilhar este momento com os consumidores que são parte fundamental dessa história. Vamos juntos construir o centenário de Guaraná Antarctica e deixá-lo ainda mais especial, afinal Guaraná é feito com o melhor do Brasil”, afirma Julia Chieppe, gerente de Marketing de Guaraná Antarctica.

Para anunciar o convite, Whindersson Nunes e Ingrid Guimarães estrelam a campanha em filmes na TV e peças digitais que já estão disponíveis nos canais proprietários da marca.

“Temos visto um movimento interessante de celebridades tomando à frente de marcas, mas uma marca tão brasileira quanto Guaraná Antarctica tinha que ir além. O centenário foi o momento perfeito para convidar todo brasileiro a ser sócio de Guaraná na comemoração dos seus 100 anos. Só Guaraná Antarctica poderia fazer esse convite.”, completa Rafael Ziggy, Head de Creative Data da SOKO.

Guaraná Antarctica:

Head de marketing: Lucas Oliveira

Gerente de marketing: Julia Chieppe

Gerente de marketing: Alexandre Lemos

Content Planner: Eric Costa

Social Content: Giuliana Cittadino

Brand Planner: Phelippe Lima

Estagiária de marketing: Vitoria Lima

Mídia: Jacqueline Silveira, Laura Valmorbida, Luiza Moura, Fernanda Sampaio, Lucas Fanti e Gabe Brasil

D2C: Joice Gulman

SOKO, agência criativa:

Fundador e CCO: Felipe Simi

COO: Brisa Vicente

Head de Creative Data: Rafael Ziggy

Direção de Criação: Rafael Alves e Erick Mendonça

Copy Leader: Erick Mendonça

Design Leader: Roma Martins

Planejamento: Gabriela Rodrigues, Nicolas Henriques

Redator: Ayslan Monteiro, Matheus Rocha, Caio Muratore

Diretor de Arte: Juan Portilla, Vitor Fubu, Leonardo Zardo, Patricia Lee Mo, Alexandre Ruda
Content Leader: Caio Milanesi

Conteúdo: Nicole Gelbvaks, Jorge Lucas, Manoel Michael, Isadora Correia e Henry Kage
Motion Design: Yasmin Cruz e Hebert Freitas

Head de Contas: Renata Cintra

Diretor de Atendimento: José Brites

Atendimento: Danilo Apostólico

Head de Operações: Larissa Kubo

Produtora: Tatiane Lima, Lucas Cardoso e Brenda Colautti

Fundador e Head de Media & Influence: Pedro Tourinho

Broadcaster: Maria Eduarda Fortes

Produtora de vídeo: Landia / M&A

Diretor: Kayhan Ozmen

Managing Directors & Ep: Carolina Dantas E Sebastian Hall

Produtora Executiva: Valentina Baisch

Assistente De Produção Executiva: Larissa Delfini

Line Producer: Camilla Bastos

Assistentes De Coordenação: Natália Petrechen E Luciana Andrade

Assistente De Direção: Camila Andreoni

Diretor De Fotografia: Daniel Venosa

Fotógrafo Still: Pablo Vaz

Diretora De Arte: Lauren Ferreira

Produtora De Arte: Gisela Villalva

Produtora De Objetos: Fernanda Reinert

Produtora De Elenco: Cintia Cappellano

Diretora De Produção: Gisele Castilho

Produtora De Locação: Tati Setton

Figurinista Celebridades: Antonio Frajado

Figurinista Elenco: Allan Fernandes

Maquiador Elenco E Whindersson

Nunes: Feco Andrade

Maquiador Ingrid Guimarães: Lavoisier Da Silva Souza

Coordenador De Pós Produção: Elton Bronzeli

Pós Produção: Clan Vfx

Editora: Nathalia Kamura

Color: Marla Colour Grading

Produtora de Áudio: Loud +

Direção De Produção De Áudio: Gustavo Garbato

Produção: Bernardo Massot, Fabio Smeili, Henrique Guimarães, Hugo

Mariutti, Rafael Kabelo e Rodrigo Scarcello

Finalizadores: Pedro Cortez, Ricardo Bertran, Luca Fasano, Eduardo

Barbosa, André Gianini e Mauricio Canezin

Produção Executiva: Maia Feres

Coordenação: Ingrid Mabelle, Lara Fratucelli, Rafael Silvestrini e

Leticia Nunes

Atendimento: Priscila Miranda, Karina Amabile e Jin Park
Continue lendo

Empresa

2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

Publicado

em

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

Continue lendo

Empresa

Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

Publicado

em

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

Continue lendo