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“Há mais de 25 anos transformando Sorrisos” é o tema da Rede Sorridents em nova campanha de branding lançada em evento 100% digital

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A Sorridents, maior rede de clínicas odontológicas da América Latina que completou 25 anos no mês de janeiro, anuncia a nova campanha de branding que inicia neste mês de junho. O evento em formato totalmente inédito na história da franqueadora, o de live, atingiu mais de seis mil pessoas entre franqueados, colaboradores e parceiros da rede. Seguindo o tema “Há mais de 25 anos transformando Sorrisos”, a intenção da marca é comunicar de forma inovadora a retomada do mercado pós-pandemia de forma otimista. A ação produzida pela agência Átomo estará presente nos principais pontos de contato com os pacientes da rede, como rádio, televisão, meios digitais, mídia programática e comunicações exteriores. A campanha começa essa semana e vai até o dia 31 de junho. Para tal, a rede de franquia está investindo mais de R$ 3 milhões.

Baseada na essência da companhia, a nova iniciativa da Sorridents visa desbravar o desconhecido, criar e estabelecer parcerias e relacionamentos com os pacientes em todos os momentos e locais em que ele esteja, por isso a onipresença da ação nos mais diversos canais com peças e filmetes de 30” e 45”. “É no cuidado com o Ser Humano que reside a nossa força de marca. É ato de promover saúde que se aglutina a nossa estratégia e missão como empreendedores. É a união de objetivos que propulsiona nossa visão de futuro e que vai nos conduzir rumo a um amanhã ainda mais próspero”, conta Camila Tanza, diretora de marketing da Sorridents.


Sobre as inserções:
Mais humanizada, a nova campanha de branding da rede de clínicas odontológicas traz personas para o ponto principal da comunicação. “Para atingir os objetivos teremos inserções diárias em programas da Band, como o Brasil Urgente, RedeTV! como o Alerta Nacional e o TV Fama, como também, o sbt, no programa Fofoscalizando. Com relação às rádios, a Sorridents marcará presença na Band FM e Nativa FM, em território Nacional”, revela em detalhes a diretora da marca. A ação também estará presente no meio digital (redes sociais da marca e programática), como também em mídias externas, como abrigos de ônibus e relógios de rua. Serão mais de 380 pontos espalhados pela cidade de São Paulo.


“Nosso objetivo é realmente transformar essa campanha de branding em um marco na nossa história. Estamos vivendo um período em que tudo ganhou um senso de urgência como nunca antes. Estamos todos à flor da pele, ansiosos, preocupados, mas, ao mesmo tempo, confiantes e muito otimistas. Estamos distantes, mas nunca estivemos tão conectados aos nossos propósitos e objetivos como marca, e isso tem sido percebido pelos nossos pacientes. Esse tom de conexão e acolhimento são fatores que deverão ser predominantes para as marcas saírem dessa pandemia ainda mais fortalecidas e reconhecidas”, conclui Camila.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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