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Guaraná Antarctica lança edição limitada de guaraná sabor canela

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Fã que é fã, assiste, comenta, compartilha e faz pedidos. E como faz pedidos. Dos mais inusitados aos mais singelos, um ano após lançar o canal Coisa Nossa no Youtube, Guaraná Antarctica continua recebendo centenas de mensagens de consumidores que clamam por produtos personalizados dos creators do canal. E depois de ultrapassar a marca de 1 milhão de inscritos, os consumidores terão seus desejos atendidos. Guaraná Antarctica apresenta o guaraná sabor canela, uma edição limitada, com referência bem humorada ao sobrenome do creator Matheus Canella, 23, que faz parte do quadro de apresentadores do canal e também assina as ilustrações nas novas latas.

Mais do que um novo sabor, o lançamento revela uma nova forma de fazer marketing de produto, com uma atuação horizontal que estabelece definitivamente um canal de mão dupla entre consumidor e marca e possibilita conversas, trocas e a criação de conteúdos inéditos, cocriados e com uma nova linguagem que se conectam diretamente com os consumidores.

“O canal Coisa Nossa foi um marco criativo para Guaraná. Um laboratório de conteúdo capaz de cocriar com experts na linguagem nativa do YouTube e utilizando o algoritmo para alavancar o crescimento orgânico. Temos na plataforma uma fonte de dados relevantes, com riqueza de detalhes e análises”, explica Daniel Silber, gerente de marketing de Guaraná Antarctica.

E os resultados da aproximação com os fãs da marca, já são percebidos. Neste ano, o Coisa Nossa foi considerado o canal de marca mais influente do Brasil, pelo Tubular, líder mundial em análise de vídeo social e inteligência. Os números do canal revelam 1.2 milhão de seguidores, 97 milhões de visualizações (videoviews), 800 milhões de minutos assistidos e taxa de 25% de engajamento, com média 9 minutos de retenção. Além do investimento em direção, trilha sonora, fotografia, roteiro, casting, do outro lado, a marca utiliza SEO, segmentação, análises, BI e muitos testes na programação.

“Hoje é tão difícil ter retenção em comerciais de 30 segundos que na época do lançamento parecia equivocado investir em produções de 15 minutos, com três filmes toda semana. Hoje, percebemos que esse número é o suficiente para entreter e não deixar ninguém sobrecarregado” explica silber.

Assim inspirada pelas redes sociais, a marca provocou os especialistas em sabor, do time de Inovações de não-alcoólicos, no Centro de Inovação Tecnológica (CIT) no Rio de Janeiro a criarem um novo Guaraná Antarctica, inspirado no nome de um creator, mas que prometia uma combinação inédita de sabores. “Guaraná Antarctica sabor Canela apresenta aroma e sabor sutil da especiaria. A canela faz um ótimo contraponto ao sabor já conhecido e adorado pelos brasileiros, resultando em um refrigerante suave e com final refrescante”, explica Carlos Eduardo Henriques da Silva, diretor de desenvolvimento de refrigerantes Cervejaria Ambev.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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