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Grey e Volvo criam posto sem gasolina para o Dia Mundial Sem Carro

Na última terça-feira, 22, foi comemorado o Dia Mundial Sem Carro, e a Volvo decidiu inaugurar o Volvo Garden Station, um espaço para recarregar as energias e ter uma visão de um futuro melhor e mais sustentável para as cidades. Para isso, a marca pensou em dois símbolos que pudessem acolher e transformar a experiência e reflexão das pessoas dentro de um estabelecimento feito para carros.
No bairro de Pinheiros, em São Paulo, os admiradores de boas ações vão encontrar um posto de combustíveis transformado em um espaço de convivência urbana! Sendo mais claro, um lindo lugar o qual não existe queima de combustíveis e os carros são elétricos, ajudando ainda mais o meio ambiente!
“Estamos trazendo uma imaginação de como seria um mundo sem carros movidos a combustível fóssil. O dia em que todos os carros forem elétricos, postos de gasolina se transformarão em outros ambientes, devolvendo para as pessoas espaços das cidades”, destaca Rafael Ugo, diretor de marketing Latam Hub para Volvo Car Brasil.
E aí, já está sonhando com esse novo mundo? A Agência Grey e a Volvo inauguraram o Volvo Garden Station no cruzamento das ruas Artur de Azevedo com Mateus Grou, e espera o público para mostrar que ‘O futuro é o elétrico!’. O objetivo para esta união entre Grey e marca é estimular a reflexão sobre o uso do automóvel e promover novas formas de mobilidade urbana, para diminuir a poluição, e melhorar a qualidade de vida e bem-estar das pessoas.
Nada melhor do que se sentir conectado com a natureza, não é mesmo? E esse é o foco do Garden Station, trazer o foco nas pessoas, nos ciclistas, no convívio, no verde e na natureza! É a forma de resgatar um espaço símbolo dos desafios causados pelo uso de carros e combustíveis fósseis, transformamos em um espaço de convivência urbano.
“A Volvo Cars estimula e incentiva esse debate porque coloca as pessoas no centro de tudo. Acreditamos na liberdade de mobilidade pessoal, segura e sustentável. Por isso envolvemos nossos consumidores, colaboradores e fãs nesse debate sobre mobilidade com as pessoas no centro. Pois essa é a forma que a Volvo faz e sempre fez, desde quando pensamos carros seguro para condutores, passageiros, ocupantes de outros veículos ao redor, ciclistas e pedestres. Queremos que os carros sejam cada vez mais eficientes e sustentáveis, gerando o menor impacto possível ao planeta”, afirma João Oliveira, diretor geral de operações e inovação da Volvo Car Brasil
O Garden Station vai rolar até domingo, 27 de setembro, e contará com a parceria do Mercadão das Flores, que ajuda os pequenos produtores a estimularem as vendas e ainda oferecerá workshops para a criação de hortas caseiras. A Fazenda do Futuro também abraçou a ideia e levará com força o conceito sustentável, com um food truck elétrico para a venda de seus produtos.
O Garden Station é uma ideia concebida pela Grey Brasil em parceria com a agência de live marketing Casulo e vai de encontro ao propósito da Volvo de falar sobre inovação, sustentabilidade e novas formas de mobilidade. A ativação faz parte de uma série de experiências que a marca promoverá em torno do universo da eletrificação automotiva nos próximos meses.
Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








