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Guaraná Antarctica lança campanha para apresentar as melhores combinações de comida com o refrigerante

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Todo mundo sabe que pipoca e Guaraná Antarctica fazem um par perfeito, mas o menu de combinações não para por aí. Para mostrar que, dos sabores tradicionais até os mais inusitados, tudo combina com *o refrigerante*, a marca apresenta a campanha “Não tem como errar”. Assinada pela agência Soko, além dos conteúdos online, também foram criados mobiliários urbanos que começam a ser instalados nesta semana.

 

Desde coxinha, passando pela lasanha do almoço de domingo, até chegar ao brigadeiro, as peças mostram combinações únicas, que seguem o conceito de brasilidade da marca: o Coisa Nossa. Com a ajuda dos consumidores, foi feita uma curadoria de alimentos e ocasiões em que as pessoas mais bebem Guaraná. O resultado reúne refeições, lanches, petiscos, guloseimas e sobremesas.

 

A marca também “hackeou” anúncios offline de outras empresas em São Paulo. Por meio de uma estratégia de mídia OOH, as peças de Guaraná Antarctica foram instaladas ao lado de anúncios de restaurantes e fast foods consagrados para reforçar que a bebida combina com a ocasião.

 

Já na semana que vem, Guaraná lança um filtro no Instagram que oferece cupons de desconto do produto no Zé Delivery e combos de redes de fast-food de acordo com o nível de fome do usuário.

 

“Existem sabores que só o brasileiro conhece e queremos mostrar que todos eles combinam com Guaraná. A campanha também vai ganhar as redes sociais. Queremos que os consumidores entrem na conversa e nos contem como preferem combinar a bebida”, explica Alexandre Lemos, gerente de marketing de Guaraná Antarctica. “Também queremos incentivar que os consumidores – aqueles que podem – fiquem em casa e, se possível, peçam seu Guaraná via aplicativo”, finaliza.

 

“Falar de combinações faz parte da história de Guaraná. Teve pipoca, teve pizza e dá pra ter muito mais quando pensamos na riqueza de sabores do Brasil. E foi o que optamos por fazer por meio de uma identidade visual simples e direta que coloca a comida como parte do protagonismo nessa história. A campanha estará em diferentes meios impactando a jornada do nosso público de maneira genuína”, comenta Rafael Alves, líder de creative data da Soko.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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