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Guaraná Antarctica conquista 1 milhão de seguidores no TikTok

Os números impressionam. Já são mais de 118 milhões de visualizações em 2021 na página oficial do Guaraná Antarctica no TikTok. Os conteúdos prioritários da marca acumulam 9.2 milhões de likes. A cereja desse bolo, que tem o sabor da bebida feita com o melhor do Brasil, é a conquista de 1 milhão de seguidores, que faz da marca uma das mais seguidas na plataforma. Conteúdo original, linguagem alinhada à dinâmica dos usuários da rede e aposta em influenciadores nativos explicam o sucesso do Guaraná Antártica na plataforma que é o principal destino para vídeos curtos em dispositivos móveis.
A aposta da marca começou ainda em 2019, quando o Guaraná Antarctica anunciou parceria com o TikTok, sendo uma das primeiras marcas a apostarem em conteúdos dedicados à plataforma que começava a se tornar cada vez mais conhecida.
A primeira campanha original para a plataforma foi a #CoisaNossa: uma série de 27 latas temáticas com mensagens especiais sobre coisas que só os brasileiros sabem fazer. Os mais de 7 milhões de visualizações na ação já indicavam que marca e plataforma iniciavam uma parceria de sucesso.
“Guaraná Antarctica apostou na plataforma porque somos uma marca que é símbolo da jovialidade, do bom-humor e da originalidade, ou seja, em sintonia completa com o ecossistema do TikTok. Os números conquistados confirmam que usamos uma linguagem alinhada com a plataforma. Só na campanha #TicoTecoDoNana tivemos mais de 150 milhões de visualizações. Acertamos na estratégia e somos, atualmente, uma das marcas mais seguidas na plataforma que mais cresce no Brasil”, comemora Eric Magalhães Costa, gerente de conteúdo de Guaraná Antarctica.
“O TikTok dá às marcas uma oportunidade de se conectarem de uma forma única com uma comunidade extremamente engajada e autêntica. Buscamos impactar positivamente os nossos parceiros e, para nós, é incrível ver os clientes conseguindo esses resultados ao abraçar o espírito criativo e autêntico da plataforma”, diz Gabriela Comazzetto, Head de Soluções Globais para Negócios do TikTok.
O perfil oficial do Guaraná Antarctica no TikTok tem conteúdo todo dia, para quem navega na plataforma se divertir. Para ficar ainda melhor, só abrir um Guaraná e se divertir com a marca. Confira os números conquistados até julho de 2021:’
– 1 milhão de seguidores;
– 118 milhões de visualizações na página só em 2021;
– 9.2 milhões de likes nos conteúdos proprietários;
– 158 milhões de visualizações na #TicoTecoDoNana.
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Nissin promove “Batalha de Sabores” para disputar a preferência do consumidor em campanha multiplataforma

A Nissin Foods do Brasil acaba de lançar a “Batalha de Sabores”, uma ofensiva estratégica de marketing que coloca frente a frente três de seus produtos mais icônicos na versão Galinha Caipira: Nissin Lámen, Cup Noodles e Nissin Yakissoba U.F.O.. A iniciativa visa não apenas ampliar a visibilidade e a penetração do portfólio, mas também reforçar a lembrança de marca ao convidar o público a eleger qual formato do sabor favorito dos brasileiros merece o título de líder.
A narrativa da campanha utiliza o storytelling por meio dos personagens das marcas para destacar os atributos competitivos de cada item. Enquanto o Nissin Lámen foca na versatilidade do preparo caseiro, o Cup Noodles destaca a praticidade do consumo on-the-go e o Nissin Yakissoba U.F.O. aposta na intensidade de sabor como seu principal diferencial.
A partir do dia 23 de fevereiro, a estratégia de live marketing digital entra em uma fase de “modo invasão” nos perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil. A dinâmica prevê que os personagens batalhem entre si em uma série de conteúdos interativos, contando ainda com o reforço de um time de influencers para gerar proximidade e conversas com a audiência.
“Sabemos que Galinha Caipira é o sabor preferido dos brasileiros. Com a Batalha de Sabores, mostramos como cada produto entrega uma experiência diferente dentro do universo dos macarrões instantâneos e convidamos o público a escolher o seu favorito”, explica Ana Fossati, gerente de marketing da Nissin Foods do Brasil.
Para Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative, a ação eleva um conceito tradicional da marca a um novo patamar de execução. “A Batalha de Sabores é um clássico do universo Nissin. Só que, desta vez, não ficamos apenas no sabor. Acrescentamos novas texturas à disputa, cruzando linguagens e códigos para deixar a comunicação tão irresistível quanto o produto”, afirma o executivo.
Com veiculação prevista até o dia 15 de março, a campanha marca presença em um ecossistema digital robusto, englobando Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai, garantindo que a disputa atinja diferentes perfis de consumidores em seus respectivos ambientes de lazer e entretenimento digital.
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Smartphones não precisam ouvir conversas para prever desejos, aponta especialista em dados

Uma cena recorrente no cotidiano digital alimenta uma das maiores teorias da conspiração da atualidade: após uma conversa em voz alta, sem qualquer busca ativa, o usuário é impactado por um anúncio sobre o exato tema discutido. A sensação de vigilância é real e confirmada por estudos, como o da Universidade de Amsterdã, que aponta que a falta de compreensão sobre a coleta de dados gera especulações sobre uma possível “escuta” via microfone. No entanto, para especialistas do setor, a realidade tecnológica é ainda mais sofisticada — e menos cinematográfica.
Caio Motta, cofundador da Elementar Digital e especialista em marketing de performance, afirma que as plataformas não precisam do áudio para serem precisas. “Trabalho há mais de uma década com marketing de performance e dados. Posso afirmar com segurança que as plataformas não precisam do seu microfone porque elas têm algo muito mais poderoso”, explica. O segredo reside no machine learning e na capacidade de predição de gigantes como Google e Meta, que analisam múltiplas camadas de comportamento para antecipar desejos.
A engenharia por trás da “coincidência”
O rastreamento vai muito além do histórico de buscas. Envolve uma cadeia de correlação que inclui o endereço IP, conexões Wi-Fi e o comportamento de pessoas próximas. “Se sua esposa pesquisou colchões, o algoritmo sabe que vocês dividem o mesmo endereço e estão relacionados. Não precisa de microfone para conectar esses pontos”, pontua Motta.
Soma-se a isso o compartilhamento de dados offline. O tradicional CPF informado na farmácia em troca de descontos conecta compras físicas ao perfil digital. Assim, a compra de um suplemento na terça-feira pode disparar, na quinta, anúncios de roupas de ginástica ou aplicativos de exercícios, criando a ilusão de que o celular “ouviu” um plano de treino.
O viés de confirmação e o mercado de R$ 38 bilhões
O fenômeno psicológico conhecido como viés de confirmação completa a experiência. Em meio a centenas de anúncios ignorados diariamente, o cérebro registra apenas aquele que coincide com uma conversa recente, descartando os “erros” do algoritmo.
Esse ecossistema move cifras bilionárias. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu R$ 37,9 bilhões em 2024, segundo o Digital AdSpend 2025 do IAB Brasil. “Esse dinheiro não se sustenta em conspiração, se sustenta em resultado mensurável”, ressalta o executivo. Para ele, embora a personalização ajude pequenas empresas e facilite a descoberta de produtos, ela exige vigilância ética contra práticas discriminatórias de segmentação.
Literacia digital e privacidade
Motta destaca que o maior risco à privacidade muitas vezes não vem das grandes empresas auditadas e sujeitas à LGPD, mas de aplicativos menores e data brokers obscuros que solicitam permissões abusivas. A recomendação para quem busca limitar o rastreamento inclui o uso de navegadores focados em privacidade, como o Brave Browser, e a revisão constante de permissões de aplicativos.
“Entender como a publicidade digital funciona virou alfabetização básica para qualquer pessoa conectada”, finaliza Caio Motta. “É uma realidade muito menos cinematográfica, mas, mesmo sem ouvir, os algoritmos sabem muito sobre você e fazem isso com o seu consentimento, escondido naqueles termos de uso que ninguém lê”.









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