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Grey Brasil cria campanha de lançamento do Volvo C40 Recharge

Surpreendente e ao mesmo tempo inevitável. Para conhecer com exclusividade o primeiro modelo totalmente elétrico da Volvo, o C40 Recharge, basta escanear qualquer tomada com a câmera do celular e você acessa o mundo da eletrificação. A ideia que lança o carro, idealizada pela Grey Brasil, subverte o significado da tomada, permitindo que o público conheça os atributos do novo Volvo a partir de uma experiência interativa e completamente imersiva. Uma vez “dentro da tomada”, o público poderá descobrir easter eggs, personalizar o carro, agendar test drive e até mesmo comprar o C40 Recharge.
“Para lançar o primeiro modelo puramente elétrico da Volvo, buscamos uma ideia fosse simples, quase óbvia. Tão simples quanto ligar seu carro na tomada, fazendo com que a eletrificação seja ainda mais próxima do consumidor e transformando a tomada em um ícone da marca”, João Caetano Brasil, Diretor Executivo de Criação.
Assim, a ideia de transformar todas as tomadas em portas abertas para o nascimento do primeiro Volvo 100% elétrico se transformou em realidade. Para chegar até a experiência, uma campanha de social, digital e influenciadores leva o consumidor a um receptivo em que é possível autorizar o uso de sua câmera e giroscópio, por questão de privacidade. A câmera lê a tomada como se fosse um QR Code e libera acesso à experiência VR em que o carro se auto apresenta para as pessoas. Posteriormente, a tomada continuará sendo um hub de mídia e serviços da Volvo, acessível em qualquer lugar. Lá, entretenimento, conteúdo informativo, serviços e até mesmo promoções gamificadas se somarão a outras experiências de realidade virtual.
A Volvo é reconhecida por iniciativas que incentivam a eletrificação e é dona do maior número de postos para recarga de carros elétricos no Brasil. A campanha do C40 Recharge – que apresenta o carro em toda região das Américas – não apenas introduz o modelo a potenciais motoristas, mas também os aproxima do mercado sustentável da eletrificação, desmistificando esse universo e sanando possíveis dúvidas. Após o lançamento do Electric Showroom, num segundo momento, a campanha também contará peças para TV, OOH e outros meios.
Ficha técnica
Marca: Volvo Cars
Produto: Recarga C40
Clientes: Rafael Hugo, Vivianne Gonçalves, Andressa Fernandes
Agência de criação: Grey Brazil.
Presidente&CEO: Luciana Rodrigues.
ECD: João Caetano Brasil
Chefe de Negócios: Rafael Morettini.
Head de Estratégia e Dados: Mariana Pagano.
Diretor de criação: Tomas Correa.
Redator: Lucas Saicali.
Direção de Arte: Lucas Succi, George Moro.
Planejadores: Mariana Pagano, Danilo Ueno.
Equipe de Contas: Mariana Zavanella, Carlos Barnabé.
Equipe de Mídia: Camila Mercadante, Thiago Kanada.
Produtor Sênior da Agência: Ricardo Magozo, Thais Possatti.
Produtora Assistente de Agência: Viviane Dias.
Produtora: Media Dub.
Empresa de relações públicas: Inside Out.
Empresa de Eventos: Casulo.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








