Empresa
Grazi Massafera, Manu Gavassi, Preta Gil e Ludmilla soltam a voz no novo clipe que celebra a coleção de verão “Além dos Mares” da C&A

Trabalhando a diversidade e pluralidade de corpos e rostos de mulheres brasileiras, a C&A lança sua coleção de verão “Além dos Mares”, assinada pelas celebridades Grazi Massafera, Manu Gavassi, Preta Gil e Ludmilla.
Tendo a música como um dos pilares mais importantes de sua marca, para os clipes da nova campanha cada artista escolheu um destino brasileiro que mais a inspira para curtir o verão: Grazi escolheu Alter do Chão (PA), Manu optou por Fernando de Noronha (PE), Preta decidiu Salvador (BA) e Ludmilla elegeu o Rio de Janeiro (RJ). Com a Mangaba como produtora executiva dessa superprodução audiovisual com um tour de 4 destinos, a campanha tem como um dos diferenciais a produção musical da MugShot – empresa líder no mercado de produções de áudio para a publicidade – que criou uma releitura da clássica “Uma noite e Meia” da cantora Marina Lima que embalou os anos 80.
“Foi um privilégio poder produzir a nova versão de uma música lançada no verão de 87 para a C&A. A estética musical buscou sintonizar 3 universos de uma maneira bem fluída: referências dos timbres e synths dos anos 80, somadas à uma vibe solar, de praia & mar bem atual e internacional através do violão, guitarra, slide e guitarra Lap Steel, com inspiração em bandas e artistas como Tame Impala e Boy Pablo. Todos esses elementos se encontram com a estética nacional representada pelo funk para ganhar um alto astral que é a cara da marca”, divide Maurício Herszkowicz, produtor musical e sócio da Mugshot.
A trilha sonora é protagonizada pelas vozes das famosas com direito a estreia da atriz Grazi Massafera ao microfone. Segundo Felipe Tadeu, fundador da produtora Mangaba que atuou como produtor executivo do tour e do clipe, do início ao fim da diária, as 4 musas estiveram o tempo todo muito focadas, intercalando entre o trabalho dois renomados profissionais, o fotógrafo Henrique Gendre e o diretor de arte Fernando Young.
“Cada destino foi pensado na ligação afetiva e individual de cada artista. Desde o início do projeto, elas participaram de todos os processos com muita entrega e dedicação, o que contribuiu para que a harmonia reinasse com um mega sorriso de toda a equipe. Estavam todos tão felizes com as belezas naturais que estávamos vivendo, que pegar mais de 15 voos, trocar de hotel a cada 4 dias, foi só um combustível para que tudo acontecesse”, divide Felipe Tadeu da Mangaba.
Para isso, a equipe contou com cerca de 60 integrantes, sendo 45 fixos para as viagens e as demais contratados locais. As gravações foram realizadas de 08 a 25 de outubro, sem paradas, destino a destino, algo inédito na produção de uma campanha publicitária.
“O quarteto deu um show, cada uma do seu jeito. Com a diversidade de talentos, a nossa preocupação foi diferenciar bem o momento de cada uma no clipe. A Grazi trouxe uma atmosfera intimista ao clipe e encantou toda a produção pela sua estreia com a experiência musical em um comercial. A Preta Gil embalou com um clima mais pop rock, a Manu Gavassi trouxe um mood mais cool, e a Ludmilla bem marcada com o funk brasileiro, trazendo seu famoso “passinho” fechou com a energia lá em cima. Acredito que através dessa música, a obra fale por si e ganhe vida própria, todo o time ficou muito feliz com o resultado”, completa Herszkowicz.
Empresa
Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
Empresa
Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








