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Gillette anuncia grande apoio à campanha Novembro Azul

illette, marca da P&G especialista em lâminas de barbear, apresenta pelo segundo ano consecutivo seu apoio à campanha Novembro Azul.
Idealizada pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, a marca reforça seu propósito de cuidar da saúde física e mental dos homens no Brasil com diversas iniciativas para apoiar esta campanha.
Como uma das principais iniciativas, financiou uma pesquisa inédita chamada “10 respostas sobre a saúde do homem”, que traz dados sobre a visão da população masculina sobre autocuidado, apoio e atendimento, prevenção, crenças e diagnóstico de doenças como o câncer de próstata. Foram ouvidos 1800 homens, de 18 a 65 anos, sendo 1000 distribuídos entre as diversas regiões brasileiras e 800 no México, Argentina e Colômbia.
O objetivo é abrir ainda mais espaços para a discussão sobre a falta de acesso à informação deste tema. Nesse cenário, a marca quer contribuir para mudar paradigmas e incentivar todos os homens a retomarem o cuidado com a sua saúde física e mental.
E para amplificar o alcance do movimento de Novembro Azul, Gillette em parceria com a agência Grey Brasil, desenvolveu a campanha “Bigodes Pela Saúde do Homem” que visa conscientizar sobre a importância de cuidar da saúde através do bigode, símbolo do Novembro Azul reconhecido no mundo todo.
“Gillette acredita que o seu bigode pode lembrar outros homens de se prevenirem contra o câncer de próstata e por isso estamos convocando todos a aderirem ao bigode durante o mês de novembro como forma de apoio à causa e de chamar a atenção ao assunto. Quanto maior for o número de pessoas que fizerem o bigode, mais homens serão impactados, o que ajudará a salvar mais vidas” afirma Luis Siqueira, Diretor Sênior de Marketing de Gillette Brasil.
Esta corrente positiva será liderada através da hashtag #BigodeQueCuida e amplificada por todos os embaixadores da marca, homens e mulheres, porque de acordo com o LAL as mães, esposas e irmãs são as maiores aliadas no cuidado com a saúde física e mental de seus familiares.
Além dos embaixadores, a agência Ketchum convocou um time de influenciadores digitais para espalhar essa mensagem nas plataformas do Instagram e Tiktok. Esta estratégia está alinhada com ações de mídia online e offline, incluindo merchans em TV aberta e fechada.
“Quando você vê um bigode no mês de novembro, é muito mais do que um bigode. É o símbolo de um homem cuidando de todos os outros e lembrando da importância da prevenção ao câncer de próstata”, comenta João Caetano Brasil, Diretor Executivo de Criação da Grey Brasil
A agência Interger Outpromo comandará a Bigoderia Gillette, uma ação de Live Marketing para os influenciadores da campanha e consumidores cuidarem do visual.
Durante todo o mês, Gillette também irá produzir uma série de conteúdos e ações nos canais digitais da marca protagonizados pelo Dr. Drauzio Varella, com o objetivo de conscientizar os homens sobre a importância de cuidar da saúde como um todo e não só durante esse período.
E para finalizar as iniciativas voltadas para a celebração dos 10 anos de Novembro Azul, Gillette também fará uma doação para o A.C Camargo Cancer Center, direcionado para um projeto de pesquisa que visa a saúde masculina.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








