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GfK apresenta resultados da Black Friday 2022

Com as ações promocionais estrategicamente diluídas ao longo de novembro, tendo como foco a antecipação das vendas de categorias específicas para a Copa do Mundo, os resultados da Black Friday de 2022 vão além da semana do evento ou da sexta-feira, 25. Essas diferenças observadas em 2022 caracterizam e consolidam o evento como a “Black November”.
As previsões feitas pelo time da GfK antes do período promocional, mostrando que essa seria uma Black November inédita e que favoreceria as vendas de televisores e eletroportáteis, estavam corretas. Neste período, é possível observar uma retração de 0,2% em faturamento e de 2,1% em volume nas vendas totais de Eletro, enquanto os grandes destaques dessa edição foram as vendas de televisores, que avançaram 25,8%, airfryers, 28,3%, e as cafeteiras, 25,0%, em relação ao mesmo período de 2021.
Por outro lado, as categorias de smartphones e notebooks foram as que mais retraíram, 13,0% e 17,2% respectivamente, quando comparadas com o mesmo período do ano anterior. Pela primeira vez, os smartphones não se destacaram, num claro reflexo da mudança de prioridade do consumidor em função da Copa do Mundo.
As vendas pelos canais digitais foram maiores do que no comércio tradicional, representando 56% do faturamento total, repetindo um comportamento histórico e que já se tornou uma característica do perfil de compra para a data na última década. Entretanto, vale ressaltar a retomada das lojas físicas e os resultados positivos deste canal, que avançaram 4,2%, em comparação ao mesmo período de 2021, enquanto as vendas online apresentaram retração de 3,5% nesta mesma comparação.
Fernando Baialuna, diretor de varejo e negócios da GfK, destaca que este ano o varejo aderiu à Black November estendendo as promoções desde o começo do mês de novembro e antecipando as ofertas, o que ajudou a impulsionar as vendas. “Estamos em um final de ano atípico, com um consumidor olhando para outros acontecimentos do país, principalmente para a Copa do Mundo. Em nosso estudo preliminar, sobre os interesses do público para a Black Friday, ficou claro que o futebol seria o grande foco, o que se mostrou uma realidade com os resultados”, conclui.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







