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Getty Images lança nova série de Bolsas Inclusivas para promover uma maior representatividade na fotografia e mídia

A Getty Images oferecerá uma série de bolsas no valor total de US $ 50.000 para ajudar a lidar com as questões de diversidade e inclusão do setor
A Getty Images, líder mundial em comunicação visual, anunciou hoje o lançamento de suas novas Bolsas Inclusivas. As bolsas serão abertas a fotojornalistas e fotógrafos de todo o mundo com o objetivo de promover maior diversidade e inclusão nas indústrias fotográfica e midiática.
Juntamente com uma seleção das principais associações de fotografia e jornalismo do mundo, a Getty Images visa apoiar talentos editoriais emergentes em grupos minoritários e oferecer a aspirantes a fotojornalistas os meios e soluções criativos para buscar uma educação que possibilite carreiras duradouras na indústria.
A Getty Images fará uma parceria com as organizações; Women Photograph, Creative Access, National Association of Black Journalists, Asian American Journalism Association e a National Association of Hispanic Journalists para conceder as cinco bolsas de US$10 mil cada. Confira elas abaixo:
- Bolsa Inclusiva da Getty Images – Fotografia de Mulheres
- Bolsa Inclusiva da Getty Images – Acesso Criativo
- Bolsa Inclusiva da Getty Images – Associação Nacional de Jornalistas Negros
- Bolsa Inclusiva da Getty Images – Associação Asiático-Americana de Jornalismo
- Bolsa Inclusiva da Getty Images – Associação Nacional de Jornalistas Hispânicos
“As Bolsas Inclusivas são uma continuação do nosso compromisso de promover uma maior representatividade e inclusão nas indústrias fotográfica e de fotojornalismo.” afirmou Ken Mainardis, vice-presidente sênior de conteúdo da Getty Images. “Desde que a Getty Images foi fundada há 25 anos, nossa missão tem sido mover o mundo com recursos visuais e representar, com precisão, a sociedade em que vivemos, incluindo todas as vozes e perspectivas.”
Os candidatos deverão enviar uma biografia, ensaios fotográficos e exemplos de seus trabalhos anteriores para um painel composto por importantes membros da Getty Images e das organizações parceiras, que revisarão e selecionarão os candidatos.
As Bolsas Inclusivas da Getty Images fazem parte do programa de bolsas mais amplo da emprsa, que desde seu início já doou mais de US $ 1,6 milhão a fotógrafos e videógrafos de todo o mundo.
As inscrições serão aceitas até segunda-feira 27 de abril, às 23h59, horário de Londres. Os participantes podem se inscrever on-line em WhereWeStand.com/Grants/InclusionScholarships.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.









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