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Galvão Bueno narra histórias reais em campanha da BR Distribuidora

A BR Distribuidora, em parceria com Galvão Bueno, apresenta neste final de semana sua nova campanha publicitária. Seguindo o conceito lançado em 2020, “Posto, POSTO é Posto Petrobras”, a comunicação assinada pela Africa continua se inspirando no que há de mais leve e divertido da cultura brasileira, uma característica da marca e suas campanhas, mas agora com o endosso de personagens reais que utilizam cotidianamente os serviços dos postos BR.

No filme, os principais diferenciais dos Postos Petrobras continuam sendo destacados pelo típico jeito brasileiro de enfatizar o que acredita: a repetição. E desta vez, ninguém menos que Galvão Bueno, o rei das ênfases em narrações do futebol, com uma das vozes mais famosas do país, se encarrega da locução das peças. É Galvão quem narra as histórias de Edimar, Erick e Sheila, personagens reais que sempre utilizam os produtos e serviços de máxima qualidade oferecidos pela BR em todo território nacional.
Em uma das peças o mecânico Edimar transformou sozinho, em sua oficina, seu carro popular 1.0 em um esportivo de luxo, apelidando-o carinhosamente de “Lamborguno”. Para cuidar de seu automóvel e proteger seu motor, Edimar conta que só o abastece com a gasolina aditivada Grid, gasolina que é “GASOLINA” de verdade, sendo umas das melhores do País.
Confira a história de Edimar, narrada por Galvão Bueno:
Já Erick, o primeiro motorista de app 5 estrelas do Brasil, mostra que o segredo para manter sua avaliação máxima é o cuidado que tem com o carro. Além de utilizar o lubrificante Lubrax+, o lubrificante que é LUBRIFICANTE, com qualidade máxima e um dos produtos top of minds do Brasil, o motorista mantém seu nível 5 estrelas de atendimento igual ao dos serviços da BR Mania, onde faz uma pausa para relaxar e se alimentar.
Confira a história de Erick, narrada por Galvão Bueno:
Na última peça, quem ganha destaque é a Sheila, caminhoneira e blogueira, famosa por rodar o país todo com seu caminhão rosa. Com mais de 2 milhões de seguidores no Instagram, a influencer esbanja simpatia e mostra que só abastece com Diesel Grid, o diesel aditivado, ADITIVADO, e que ama o atendimento eficiente dos frentistas, FRENTISTAS, profissionais que dia a noite se mantêm atendendo de maneira exemplar.
Confira a história de Sheila, narrada por Galvão Bueno:
A campanha, lançada no último domingo (11), irá contar com veiculação em Pay Tv, além de ativação no digital e nas redes sociais da marca.
Ficha Técnica
Título: O Brasil se encontra no Posto, Posto!
Agência: Africa
Anunciante: BR DISTRIBUIDORA
Produto: Institucional
CCO: Sergio Gordilho
Direção Executiva de Criação: Felipe Cury / Philippe Degen
Criação: Victor Ferreira / André Savastano
Atendimento: Carolina Boccia / Paulo Celso Freitas / Raquel Veríssimo / Gabriel Naccarato
Mídia: Aga Porada / Luciana Prado / Paula Kosugi / Caio Augusto / Leonardo Araujo / Fabio Vannucci / Marcelo Lemos / / João Nunes / Ana Gomes
Planejamento: Aldo Pini / Thiago Nascimento / Maria Juliana Kieling/ Gabriela Castanho Gonçalves
Produção Agência: Rodrigo Ferrari / Mariana Hermeto / Priscila Moscovich
Produtora de Imagem: Tropical Film
Diretor: Rog Souza
Produtor Executivo: Gabriel Dagostini
Assistente de Atendimento: Aimee Regina
Coordenação de Produção: Renata Munaretto / Gabriela Carvalho / Jonas Matos
Assistente de Direção: Tatiane Klein
Diretor de Fotografia: Lucas Oliveira
Diretora de Arte: Lauren Ferreira
Produção de Objetos: Gabriela Baal / Maria Cláudia Pires Ritta
Figurino: Isadora Bertolucci
Make/Hair: Aline Matias
Diretor de Produção: Pedro Aurelio
Assistência de Direção de Produção: Juliana Brum / Bruna Petry
Produtor de Locação: Leandro Wengrover
Produtor de Elenco: Yago Warren
Montador Filmes 30”: Mari Becker
Montador Reduções: Mari Becker / Lucas Brasileiro
Assistência de Montagem: Luciana Lima
Finalizadora: Andreia Figueiredo / Luciana Lima
Color Grading: Ely Silva (Estudios Ely)
Pós Produção: Voodoo House
Making Of Still: Daniel Marenco
Produtora de Áudio: Antfood Music & Sound Design
Diretor de Produção Musical: Lou Schmidt / Fernando Rojo
Produção Musical: Lou Schmidt / Fernando Rojo / Luis Bergmann / Pedro Curvello / Vinicius Nunes
Produtor Executivo: Renato Castro / Christiane Rachel
Coordenação: Monique Munhoz
Finalização: Bruno Broaska / Fabian Jorge / Pablo Homem de Mello / Tiago Lins
Locução: Galvão Bueno
Aprovação/cliente: Leonardo Burgos / Luiz Phillipe Blower / Fábio Gomes / Denise Rodrigues
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








