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Fortnite: conheça a Ilha Havaianas e a nova linha da marca

Nesta quinta-feira, 29, a Havaianas, juntamente com o Fortnite, anunciaram diversas ações em uma parceria para o público gamer. Primeiramente, a marca de calçados anunciou uma linha de chinelos exclusivos do game, com três estampas diferentes.
Visando conforto para o público gamer durante suas jogatinas diárias, a Havaianas anunciou três modelos, cada um com um ícones do Fortnite. Desde Picareta de Lhama Unicórnio, que faz muito sucesso e já virou até mesmo um brinquedo, até o icônico ônibus que antecede as partidas, os players poderão realmente “calçar” Fortnite.
Para atender aos fãs do game de Battle Royale, os chinelos vão do número 35/6 até 45/6, e custarão cerca de R$47,99 nas lojas físicas, virtuais e em lojas de parceiros.
Conheça a “Ilha Havaianas”
Embora a linha de chinelos prometa agradar os fãs do game, o maior destaque da parceria fica para o evento “Mapa Chinelo” com tempo limitado dentro do game. A chamada “Ilha Havaianas”, é um mapa criado exclusivamente para a parceria e já está disponível no Fortnite. Para acessar o mapa da parceria Havaianas x Fortnite, basta inserir o código 6301-8935-3098.
A ilha gigante com formato de um chinelo Havaianas é dividido em três partes. Sendo que, cada parte corresponde aos países de lançamento dos novos modelos das sandálias. O mapa foi criado pela agência Cheil, e desenvolvida pela pelos streamers Alan “Shinohara” Garcia e Mateus “Derponce” Yoshitani, com a ajuda de Mayara “Mei” Miranda e Victor Santana. A Ilha Havaianas teve um processo de criação complexo devido a grande decoração e aos limites do game, mas o mapa promete agradar toda a comunidade.
“Para construir a ilha no formato de chinelo, construirmos tudo do zero, tipo a frase “a gente tá aqui desde que tudo era mato”. E com o tempo fomos definindo tudo, e por fim, decoramos com as pequenas coisas. Esse modo depende bastante de muitos itens para a pessoa se esconder, para ser mais divertido e mais bonito.” Comentou o criador de conteúdo criativo, Alan “Shinohara”, em coletiva de imprensa nesta quinta.
Enquanto Mateus “Derponce” Yoshitani, comentou as dificuldades em criar o mapa:
“Atualmente, a principal dificuldade no criativo do Fortnite é montar terreno porque não tem ferramentas de terreno, o que temos é objeto. Nós montamos a primeira vez e não ficou muito bom, então demos uma reorganizada. Erramos muito o formato do chinelo, porque não temos essa visão aérea do terreno, então fomos montando e afastando para ver se estava torto, tivemos muito trabalho até chegar no formato certo”. Complementou Derponce.
Streamers farão lives da “Ilha Havaianas”
A fim de promover a parceria Havaianas x Fortnite dentro do game, diversos streamings irão jogar o novo mapa em suas lives nas plataformas de streaming, como por exemplo, a Twitch.
“Nós também convidamos alguns jogadores para fazer lives na Twitch, então vai ter gameplay para aumentar o conhecimento de que agora tem esse espaço dentro do jogo.” Comentou Fernanda Romano, chefe de marketing da Alpargatas.
“Havaianas Fortnite Day”
Além disso, Fernanda comentou sobre o chamado “Havaianas Fortnite Day”, que será um dia especial para a parceria, pois a marca irá conceder descontos para os players que jogarem no novo mapa e postar nas redes sociais.
“No dia 14, irá ocorrer o Havaianas Fortnite Day, a ideia é convidar as pessoas a jogarem e postarem foto com a #HavaianasFortniteDay. As pessoas que postarem vão ter desconto para a compra de Havaianas, essa promoção vai valer para todos os países.” Informou Fernanda.
Marca deve seguir no mundo gamer
Fernanda também comentou sobre a marca ter estreado no universo gamer, e se vão produzir mais produtos e ações nos games para esse público:
“Agora que entramos nesse universo vai ser difícil para a Havaianas! No universo do game as possibilidades são infinitas. Do ponto de vista de estratégia de comunicação da marca, é o tipo de canal que você não pode abrir e fechar, uma coisa é você fazer uma campanha que tem começo, meio e fim, mas entrar em uma conversa com uma audiência não é assim, abriu a porta tem que continuar. Se não sabe brincar, não desce para o play. E a gente sabe disso, então vamos continuar trazendo novidades e surpreendendo a audiência de gamers.”
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







