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Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert estrelam campanha publicitária supermercado 100% online

A Shopper.com.br, supermercado 100% online, lançou sua nova campanha publicitária intitulada Compra Programada. Estrelado pelos atores e apresentadores Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert, o comercial explica como funciona o modelo de negócio da empresa e apresenta os diferenciais da Shopper, que tem inovado no varejo online aplicando no Brasil uma forma diferente de fazer compras de itens de consumo doméstico.
No filme, o casal, que é de fato cliente da shopper.com.br, conversa com um amigo por chamada de vídeo pelo celular para, juntos, fazerem uma receita. O amigo conta para Rodrigo Hilbert que teve que “correr” ao supermercado para ir atrás de alguns ingredientes, após ver que não tinham em sua despensa, uma situação bastante comum no dia a dia da maioria dos brasileiros.
A partir dessa conversa, Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert, que tem um programa de culinária no canal GNT, destacam que isso não acontece mais na casa deles, pois fazem uso do modelo de compra programada que é disponibilizado pela Shopper: pelo aplicativo, montam sua cesta, selecionam o dia de entrega e finalizam a compra. A partir de então, recebem em casa suas compras com praticidade e economia todos os meses e, mais, essa lista fica salva no site ou app e uma entrega fica automaticamente pré-agendada para cada mês. “Um jeito inteligente de fazer supermercado”, como destaca Fernanda Lima ao final da propaganda.
“Não é difícil encontrar histórias como a que foi veiculada em nossa campanha, de faltar algo básico na despensa, principalmente nas horas em que se mais precisa. Foi a partir dessas vivências reais que resolvemos colocar no ar uma forma de instigar e estimular o consumidor a conhecer e adotar nosso jeito simples e inovador de fazer compras de mercado, tudo isso aliado a uma experiência única no país e que prioriza o cliente em todas as suas nuances”, destacou Fábio Rodas, CEO da Shopper. “O resultado ficou excelente! E em breve virão mais duas campanhas com outros motes”, anunciou Fábio.
Criação e produção
A campanha Compra Programada foi criada pela agência Paim Comunicação, um dos primeiros trabalhos da parceria Shopper e Paim, depois da criação do novo logo da marca. “Escolhemos uma família querida dos brasileiros, clientes reais da Shopper, e o resultado foi uma campanha próxima e verdadeira. O conceito criado ilustra bem o que os diferentes serviços da marca oferecem pro cliente: a parte boa das compras é com você, o resto é com a gente”, declarou Rodrigo Pinto, diretor da Paim.
Já a produção do filme institucional ficou por conta da produtora O2 Filmes, que trouxe técnicas que têm sido utilizadas em grandes produções fora do Brasil. “Usamos uma tecnologia que tem sido muito utilizada em Hollywood, onde trabalhamos com uma tela de LED de 7×4 metros dentro do estúdio. Em tempos de pandemia, isso tem sido muito mais prático do que construir um cenário inteiro dentro do estúdio ou ir para uma locação de verdade. Dessa forma, conseguimos trabalhar com uma equipe reduzida e de forma mais segura”, explicou Rodrigo Pesavento, diretor da O2.
A concepção da campanha institucional acompanha o fortalecimento da marca frente a um momento intenso de crescimento e expansão da Shopper. No mês de Maio, a empresa recebeu aporte de 120 milhões de reais de investidores nacionais e estrangeiros, investimento Séries B que será aplicado na contratação de mais talentos, novas aquisições e mais tecnologia. Aliado a isso, a Shopper.com.br tem também reforçado sua comunicação. Também em Maio, a empresa passou a contar com os serviços da VCRP Press, a agência de São Paulo que tem atuado com os trabalhos de Relações Públicas da marca.
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.








