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‘Fearless Girl’ amanhece com colar em homenagem a Ginsburg

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Nesta última terça-feira, 18 de setembro, faleceu a juíza da Suprema Corte Ruth Bader Ginsburg, após complicações com um câncer de pâncreas metastático. Hoje, quatro dias após o falecimento, foi realizado uma homenagem a Ginsburg em uma ótima ocasião para relacionar a força, a expressão do trabalho da advogada com o empoderamento feminino para todo mundo. Nesta manhã, a simbólica estátua de ‘Fearless Girl’, hoje localizada na State Street Global Advisor, em frente ao prédio da Bolsa de Valores de Nova York, amanheceu com um artefato precioso e característico de Ruth Bader adicionado: o seu colar.

Você não conhece a história da Fearless Girl’? A estátua foi inicialmente posicionada em frente ao monumento de bronze Charging Bull de Wall Street, para provocar a astúcia e o posicionamento dos homens de negócios. A ocasião não poderia ser melhor, 8 de março de 2017, Dia Internacional da Mulher, transformando aquele ato em uma verdadeira declaração de igualdade.

Hoje, após um anúncio rápido da State Street Global Advisors e da McCann, em menos de oito horas, a ação já estava desenvolvida. A foto da estátua com o colar foi eternizado em uma capa única do New York Times, patrocinado pela própria State Street Global Advisor. Ainda podemos ver que acima da foto está a seguinte frase: “Here’s  to the original”, ou algo próximo a ‘Aqui está o original’.

Mesmo após controvérsias, a mudança do endereço da estátua ainda traz debates aos nova iorquinos, aos lobos de Wall Street e às ativistas femininas. Mesmo assim, o símbolo que também fora considerado um ‘golpe publicitário’ para alguns, rodou o mundo, conquistou prêmios e se tornou um monumento tradicional aos apoiadores da igualdade de gênero.

O nome de Ginsburg e seu colar como assinatura não amanheceram na ‘Fearless Girl’ à toa. A juíza da Suprema Corte, nomeada pelo ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, usava o colarinho como um símbolo de desafio e mostrava que aquele tal desrespeito a tradicional vestimenta entre os advogados não se trata somente de um caso de moda. Segundo o New York Times, com toda certeza Ruth Bader foi uma das maiores responsáveis por ‘feminizar sem desculpas’ qualquer rejeição de opinião da maioria, neste caso, dos homens.

Os característicos acessórios da advogada também serviram como uma arma para pontuar suas decisões, diante ao Supremo Tribunal. Para prosseguir ao lado da opinião da maioria, para ela bastava usar sua gola crochê com babados, já para divergências de opinião suas peças eram pontiagudas.

Para a homenagem, o colarinho colocado foi retirado de um traje RGB de um dos funcionários da agência McCann e, em seguida, colocado na estátua. Os assessores da State Street Global já obtinham o espaço publicitário, originalmente destinado a uma declaração de máscara, como a imagem abaixo. Porém, com a infeliz notícia da morte de Ginsburg, a empresa substituiu rapidamente sua ação ao lado da agência para criar a nova imagem.

Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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