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FCamara anuncia chegada da Play Studio e investimento de R$ 100 milhões em seu ecossistema de inovação

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A multinacional brasileira FCamara, ecossistema de tecnologia e inovação que potencializa o futuro dos negócios, acaba de anunciar a aquisição da Play Studio, consultoria de inovação e venture building que ajuda grandes empresas, fundos de investimento e empreendedores em seus desafios de crescimento. O valor total da aquisição poderá chegar a R$ 150 milhões em até cinco anos. A estratégia faz parte do plano de expansão do ecossistema de empresas do grupo, tanto no Brasil quanto no exterior, por meio de fusões e aquisições (M&A) estratégicas para agregar ainda mais valor aos serviços que prestam aos seus clientes.

A Play Studio é reconhecida por tirar ideias do papel e gerar negócios de alto impacto, seja a partir da criação de negócios do zero ou via conexão / joint venture com startups do ecossistema de inovação. Entre seus principais cases estão o aplicativo de saúde e bem-estar da Track&Field, a solução de produtos digitais para a Editora Melhoramentos e a criação da Vem de Bolo, marketplace para a compra e venda de bolos e doces, parceria realizada com a Nestlé para impulsionar pequenas boleiras e confeiteiras. Além disso, em seu amplo portfólio estão outras grandes marcas, como Visa, Coca-Cola, Seara, Carrefour e P&G.

A empresa somará sua força em ideação, modelagem de novos negócios e conexões com startups à FCamara, que trará sua capacidade de escala e profunda expertise em diversas tecnologias para o desenvolvimento conjunto de estratégias de novos negócios, testes de hipóteses, lançamento e escalagem.

“Essa aquisição já vinha sendo desenhada com a nossa plataforma Imagine, desenvolvida pela FCamara, que permite às empresas fazerem a gestão de suas ideias de inovação de forma digital. A entrada da Play Studio proporciona aos nossos clientes uma jornada de inovação mais especializada, reforçando o posicionamento do ecossistema na frente de inovação com foco em identificar, validar e executar ações que aumentem faturamento, proponham novas fontes de receita, promovam maior eficiência operacional e principalmente co-criando com os nossos clientes a responsabilidade de inovação para a continuidade de negócios e a geração de valor no futuro”, analisa Fábio Câmara, fundador e CEO da FCamara.

Romulo Perini, sócio fundador da Play Studio, destaca que as expectativas para essa nova fase são as melhores possíveis. “Fazer parte do ecossistema da FCamara nos permite oferecer soluções end-to-end mais robustas, contando com a forte expertise do grupo no desenvolvimento de tecnologia especializada por segmento. Tudo isso aliado ao nosso DNA de venture building e nossas soluções criativas para problemas complexos, ajudaremos ainda mais empresas nos seus desafios, entregando projetos sólidos, com potencial de gerar valor e impacto no mercado”, pontua.

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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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