Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Famosos investem em TV interativa para conquistar novos públicos

Publicado

em

O mundo está em constante mudança em todos os setores e com a comunicação não tem sido diferente. Os avanços tecnológicos trouxeram inúmeros avanços trazendo uma infinidade de experiências, inclusive de consumo, principalmente para quem busca entretenimento no conforto de de casa.

Segundo levantamento pela Pesquisa Regular de Audiência | Individual | TLE, divulgado pelo Kantar Ibope Media, a TV continua sendo o centro da casa. O tempo médio de consumo de televisão aumentou 34 minutos nos últimos 5 anos. Sendo assim, em 2019 foi registrado um tempo médio de 6:17 de tempo dedicado à TV.

Novos caminhos

start up brasileira Soul TV vem se somar a esse mercado oferecendo uma plataforma de TV interativa sem nenhum custo e que chega ao mercado mundial com o objetivo de trazer entretenimento, interação e comércio eletrônico com conteúdos inéditos.
Disponível em 175 países, o público conta com um diferencial inédito na história da televisão, um recurso que permite usuários interagirem com a troca de stickers (reações) por meio de seus televisores.

Disponível mundialmente nas smarts TVs LG e também nos celulares Androids, a Soul em breve estará também disponível nos dispositivos IOS da Apple e Smarts TVs da Samsung. Nos aparelhos LG a instalação é bem simples: procure a LG Store Content em Aplicativos e depois localize a Soul TV. Em seguida, instale a plataforma e preencha seus dados. Para quem preferir, também é possível baixar a Soul nos celulares Android via Google Play.

Novidades na Grade

Há poucos meses operando, a Soul TV conta com a atração de importantes nomes em sua grade. A estreia do cantor Agnaldo Rayol será com um show transmitidos direto de sua residência, de onde está isolado desde o início da pandemia. “Serão apresentações bem intimistas e com os principais sucessos já consagrados”, comenta Agnaldo.
Cada show será com um artista convidado. O primeiro, gravado na sala da casa do cantor, terá a participação especial do cantor e ator Marcelo Nogueira. O segundo show será no Bar do Alemão, em Moema/SP, e contará com a participação da cantora Maria Clara Mascellani. “Estou muito feliz por estar na Soul. É maravilhoso saber que com tantos anos de carreira eu consiga levar minhas músicas para o mundo inteiro e para tantas pessoas que ainda não tem a oportunidade de irem aos meus shows”, ressalta o cantor, acrescentando que é a primeira vez que ele marca presença em uma TV interativa.

O digital influencer Barcellos, também conhecido como Paizão, é uma das grandes atrações para adolescentes e jovens que curtem o Free Fire – um jogo eletrônico gratuito de sobrevivência no estilo Battle Royalle, disponível apenas para dispositivos móveis.
Como os fãs de game também adoram interagir com seus ídolos, o canal do influencer planeja novos conteúdos, como entrevistas de pessoas voltadas ao universo dos games e campeonatos especiais para os fãs.
Barcellos também está trabalhando em um novo projeto de educação voltado exclusivamente para aproximar pais e filhos. “Apesar do meu público ser formado por jovens, eu fico muito feliz de poder conversar com a família toda”, complementa.

O Inova 360, programa voltado para o mundo dos negócios, transmitido pela Record News, passou também a ser transmitido pela Soul. Reginaldo Pereira está à frente do Programa com entrevistas a CEOs e fundadores de empresas.
A criançada também pode se divertir com o canal Vovô Raul, uma das atrações principais para a faixa etária infantil.

Outras programações complementam a plataforma diversificando o público com temas voltados para Culinária, Personalidades, Cultura Brasileira, Turismo, Política, Esportes, Filantropia, Filmes, Pesca e a transmissão de programas regionais, totalizando em mais de 30 canais.

Em fase de expansão, a Soul TV está oferecendo oportunidades para que outros profissionais, influenciadores, produtoras, canais de TV em geral e famosos que desejam ter seus programas transmitidos na plataforma venham a se somar na grade.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

Continue lendo
Clique para comentar

You must be logged in to post a comment Login

Deixe uma resposta

Empresa

Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

Publicado

em

A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.

Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.

Dicas para empresas: 

• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.

• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.

• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.

• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.

• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.

• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.

• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.

O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.

Continue lendo

Empresa

Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

Publicado

em

A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.

“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”

Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.

“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”

A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”

Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.

A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.

Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.

Continue lendo