Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Facebook lança ‘Gerador de Ideias de Campanha’ para ajudar empresas

Publicado

em

Facebook lança ‘Gerador de Ideias de Campanha’ para ajudar empresas

O novo recurso do Facebook oferece gratuitamente estratégias, imagens prontas, dados e outras informações para a criação de anúncios

Nesta semana, o Facebook lançou uma ferramenta para contribuir com a criação de campanhas dentro da plataforma. O recurso chama-se “Gerador de Ideias de Campanha” e oferece recomendaçõesmodelos e insights sobre conteúdos de promoção dentro da rede.

De acordo com a rede social, o mecanismo tem “ideias de campanha, ativos pré-fabricados e recursos que são específicos para as necessidades de sua pequena empresa”. Dando essas dicas e suporte para os usuários, o Facebook pretende incentivar que mais empreendedores realizem anúncios no site.

Facebook Campaign Idea Generator

Para usar o recurso, os interessados devem acessar um site exclusivo criado para a aplicação. Nele, serão encontrados dois campos, em que podem ser incluídos o ramo da empresa e de qual época do ano a campanha fará parte, incluindo datas comemorativas, como Carnaval, Dia das Mães e outros.

Até agora, não há uma grande variedade de setores a serem selecionados. São apenas 14, que vão desde automóveis até entretenimento e saúde. Confira a lista completa na imagem abaixo:

Após os dois campos, de setor e época do ano, serem selecionados, uma nova página surgirá, com recomendações de “Ideias de campanha”, “Dados e insights” e “Recursos”, que possuem dicas envolvendo cada um dos tópicos. Veja:

  • Ideias de campanha: Neste tópico, são apresentadas três estratégias, envolvendo objetivos de campanha e como eles podem ser alcançados no seu nicho. Por exemplo, aqui selecionamos o setor “viagens” e “Dia dos Pais” e obtivemos os seguintes resultados:
  • Dados e insights: Nesta aba, seis campos devem ser preenchidos com informações sobre o nicho de sua empresa e serão fornecidos insights e dados sobre ele, para ajudar no desenvolvimento da campanha. Os campos são: região, setor, público (Gênero, geração, conquistas de vida), momentos (Datas comemorativas e outros), campanhas (Tipos, mensuração etc) e plataformas (Facebook, Instagram e outros canais).
  • Recursos: Por último, a seção Recursos oferece links com cursos do Facebook que podem auxiliar na criação de campanhas, indica ferramentas da plataforma e de parceiros, e explica o que cada uma delas faz, como otimização de orçamento, posicionamentos automáticos e outras.

Pacote de Publicações Orgânicas do Facebook

Como o nome já anuncia, o “Pacote de Publicações Orgânicas” possui uma série de imagens prontas gratuitas, acompanhadas de modelos de legendas, que podem ser usados para compor as campanhas no Facebook. No entanto, elas estão disponíveis apenas com frases e palavras escritas em inglês.

Para acessar essa funcionalidade, basta rolar a página da aba de “Ideias de Campanha” para baixo e clicar em “Mostrar todas as imagens”.

Continue lendo
Clique para comentar

You must be logged in to post a comment Login

Deixe uma resposta

Empresa

2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

Publicado

em

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

Continue lendo

Empresa

Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

Publicado

em

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

Continue lendo