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F.biz cria campanha para Youse que reforça pioneirismo digital da marca no setor de seguros

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A Youse, plataforma de venda de seguros online da Caixa Seguradora, inicia nesta semana a campanha “Daqui Pra Frente, Youse”. Com todo o conceito criado pela F.biz a partir do principal diferencial da marca, ser 100% digital, a insurtech reforça sua posição First Mover . “Esse título é mais do que ser só o primeiro, é ser o marco zero. A partir da Youse, as pessoas têm um novo jeito de se relacionar com seguros”, diz a diretora de Marketing, Thaiza Estevão.


A Youse nasceu em 2016 como a pioneira entre as insurtechs no Brasil e a primeira a oferecer um produto de forma totalmente online, personalizável e com pagamento mês a mês, o qual não compromete o limite do cartão de crédito do cliente e pode ser cancelado a qualquer momento. Sem necessariamente adquirir um pacote padronizado, o usuário pode montar o seu seguro com coberturas e assistências que ele quiser, de acordo com as suas próprias necessidades pelo aplicativo ou site da marca. Na prática, ele visualiza o preço e pode incluir ou excluir os serviços que quiser, ciente do valor de cada escolha.


Voltado para o seguro auto, os materiais da campanha produzidos em conjunto com a F.biz, como peças de display e redes sociais, vídeos e spots de rádio, são compostos de mensagens que reforçam esses atributos da marca: pagamento mensal, personalização e também a renovação.
Fora o meio digital, a campanha também terá veiculação em OOH (Out Of Home) em São Paulo e em Belo Horizonte e nas rádios do Distrito Federal. Além disso, em parceria paga com UOL, os influenciadores Érico Borgo, cofundador do canal Omelete, Omelete Company e Comic Con Experience; Bruna Genoin, primeira e única pilota de drift do Brasil e única mulher piloto participante do Mercedes Challenge; e Nina Silva, fundadora do Movimento Black Money e uma das 100 pessoas afro descentes com menos de 40 anos mais influentes do mundo, vão bater um papo sobre ser um first mover que pensa daqui para frente.


Os vídeos serão veiculados nas redes sociais dos influenciadores e no portal UOL, no próximo dia 15. “A Youse é uma marca que lidera a inovação em um segmento bastante consolidado, e por isso a F.biz focou em trazer este espírito first mover para a sua comunicação. Criamos o conceito ‘Daqui Pra Frente, Youse’, que reflete esse caráter disruptivo e uma campanha que atribui mensagens diretas e fáceis para o consumidor entender os principais diferenciais do produto ao longo de sua jornada de compra”, explica Debora Malandrin, diretora de Grupo de Contas da F.biz.

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Usaflex transforma áudios de WhatsApp em homenagem afetiva e lidera inovação no Dia das Mães

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A Usaflex, marca gaúcha de calçados femininos, revelou sua estratégia central para o Dia das Mães 2026. Em uma iniciativa que une comportamento digital e neurociência do afeto, a empresa lançou a ação “Seu amor em alto e bom som”. A proposta transforma o gesto mais intrínseco do cotidiano brasileiro — o áudio de WhatsApp — em uma ferramenta de homenagem personalizada, permitindo que os consumidores criem vídeos exclusivos que combinam memórias fotográficas e mensagens de voz.

A escolha do formato está fundamentada em dados robustos de mercado. Segundo a Meta, o Brasil é o líder mundial isolado no uso de mensagens de voz, enviando quatro vezes mais áudios do que a média global. O hábito segue em expansão, com um crescimento de 7% na frequência de envio em relação a 2024. Ao identificar que o brasileiro dedica, em média, 150 horas por ano gravando ou ouvindo vozes no aplicativo, a Usaflex decidiu dar forma estética a um comportamento que já ocorre de maneira orgânica.

A mecânica da campanha, desenvolvida em parceria com a Stayfilm, utiliza um chatbot que guia o usuário por toda a experiência. Através da plataforma, o público envia fotos e grava um áudio de até 15 segundos. A tecnologia processa os elementos e gera automaticamente um filme customizado, pronto para o compartilhamento direto via WhatsApp ou redes sociais.

Para Manuela Cardona, diretora de marketing da Usaflex, a campanha reflete a evolução do posicionamento da marca. “O Dia das Mães sempre foi uma data importante para a Usaflex, mas este ano optamos em ir além do presente. Quisemos criar um momento. A gente percebeu que o brasileiro já se comunica de forma afetiva pelo WhatsApp todos os dias e a nossa campanha apenas potencializou isso, dando forma e conteúdo a esse gesto tão natural. É exatamente o que a Usaflex representa: conforto que vai além dos pés”, afirma Manuela.

A ação, assinada pela agência Paim United Creators, não se limita ao ambiente virtual. Nos dias 8 e 9 de maio, a marca instala uma cabine interativa no Shopping Center Norte, em São Paulo, onde o público poderá vivenciar a mecânica da campanha ao vivo. No digital, a narrativa se desdobra em editorias como o Drops de Afeto e o Roubartilhar, esta última focada na conexão geracional entre mães e filhas que dividem o guarda-roupa.

Mateus Tourinho, head de planejamento da Paim, destaca que a voz carrega uma carga emocional que o texto não consegue traduzir. “Quando entendemos a potencialidade do uso de áudios no Brasil, enxergamos um meio até mais íntimo de demonstração de carinho. Não é à toa que um dos países com as pessoas mais receptivas do mundo utilize tanto as mensagens de voz: isso é afeto”, explica.

Complementando a jornada, um squad de influenciadoras de grande alcance foi escalado para humanizar o conceito de “mães que abrem caminhos”, focando tanto no impacto emocional quanto na curadoria de presentes baseada em diferenciais tecnológicos. Como resume Rodrigo Pinto, vice-presidente de criação e conteúdo da Paim, a campanha permite “demonstrar, mesmo à distância, o amor e o vínculo com as mães”, consolidando a Usaflex como uma marca que entende, acima de tudo, o comportamento e a sensibilidade do seu público.

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mLabs diagnostica ruptura no mercado de mídias sociais

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O mercado de marketing digital brasileiro atravessa uma metamorfose sem precedentes, onde o modelo clássico do profissional de social media — focado em métricas de vaidade e execução operacional — está sendo levado à obsolescência. O alerta vem da mLabs, plataforma de gestão de mídias sociais, que consolidou as conclusões da pesquisa “Panorama Agências e Profissionais de Mídias Sociais no Brasil”. O estudo, realizado com mais de 4 mil especialistas, mapeia o que a empresa batizou de “Paradoxo de 2026”: um cenário onde o uso massivo de Inteligência Artificial acelera a produção, as empresas exigem resultados financeiros agressivos, mas a remuneração média do setor sofre uma compressão histórica.

De acordo com o levantamento, três forças estruturais pressionam o setor simultaneamente. A primeira é a transformação da produção de conteúdo em commodity pela IA. Com 83% dos profissionais brasileiros já utilizando a tecnologia no cotidiano, produzir textos e vídeos em volume deixou de ser um diferencial competitivo. “Profissionais que ainda operam sob a lógica de pacotes genéricos e execução operacional tendem a perder relevância diante de uma tecnologia que entrega escala com mais eficiência e menor custo”, afirma Rafael Kiso, CMO da mLabs.

A segunda força é a canibalização do mercado. A baixa barreira de entrada atraiu um volume crítico de profissionais sem formação estratégica, gerando uma guerra de preços onde pacotes de publicações são ofertados por valores irrisórios. Dados da pesquisa revelam que 55% dos profissionais cobram até R$ 1.500,00 por seus serviços, enquanto apenas 8% conseguem ultrapassar a faixa de R$ 4.000,00. Segundo Kiso, o que separa esses dois grupos não é o tempo de carreira, mas o nível de maturidade estratégica.

A terceira pressão vem das empresas contratantes, que reduziram drasticamente a tolerância para entregas baseadas apenas em curtidas e alcance. Hoje, a demanda é por impacto direto no faturamento, como geração de leads qualificados e vendas. No entanto, o estudo evidencia um descompasso alarmante: enquanto 63% dos profissionais focam no engajamento, os clientes priorizam resultados de negócio. Esse desalinhamento explica por que 51% dos especialistas admitem dificuldade em entregar resultados reais. “Não se trata de uma mudança incremental, mas de lógica. O profissional que apresenta crescimento de engajamento quando o cliente espera impacto financeiro expõe um problema que não é técnico, mas de percepção de valor. O diferencial competitivo agora passa a ser a capacidade de conectar estratégia, dados e resultado de negócio”, reforça o executivo.

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